sexta-feira, 22 de julho de 2011

Fatal Fury Special

Gênero: Luta
Ano: 1994
Fabricante: SNK/Takara
Fatal Fury Special é um dream match, ou seja, algo que na cronologia da série (que se divide em duas após Fatal Fury 2, onde uma segue a série ‘The King of Fighters’ e outra continua por FF3, Real Bout e Garou: mark of the wolves) não interfere em nada. Se quiser pegue a história do Fatal Fury 2 e de uma reciclada que NÃO faz diferença. Pois bem, a segunda edição do torneio King of Fighters mudou, de algo localizado em South Town, para algo global, patrocinado pelo Nobre Alemão Wolfgang Krauser, e nele, diversos lutadores, por suas diversas razões competem para se tornarem o rei dos lutadores.

A engine é a mesma de Fatal Fury 2, e as únicas mudanças notadas são algumas trocas da paleta da segunda roupa dos lutadores. (A de Terry mudou de azul para preta), o jogo tem três modos, o Arcade, o Vs e o Count Mode, os dois primeiros são auto explicativos, e o terceiro, é interessante, pois você deve derrotar o máximo de lutadores possíveis em três minutos, o seu lutador tem sangue infinito e quando você apanha, perde pontos.

A jogabilidade ainda não estava em seu ápice da série Fatal Fury (que seria o primeiro Real Bout), mas era melhor que seus antecessores. Uma confissão, nunca soube as movelists da maioria dos personagens, então sempre joguei com terry, andy, joe, mai, kim, geese, krauser, axel hawk (pensando bem é a METADE dos personagens). Mas ainda assim alguns movimentos que a CPU faz, são impossíveis de se reproduzir, ainda mais no controle do SNES.

Graficamente é muito bonito, acho eu que superior a Super Street II, com os personagens se movimentando bem, indo de um plano a outro de batalha com mais profundidade que as lutas bidimensionais de SSF. Os cenários são variados, indo de um trem em movimento, um barco passeando por Veneza (Esse cenário foi relembrado em KOF 94), além de um sensacional efeito de tempo entre os rounds, mudando de um dia claro, até o entardecer, terminando na noite.

Antigamente a SNK mandava ver em trilhas de seus jogos, e elas ficaram muito bem adaptadas ao SNES, com a diferença de hardware entre os dois consoles (Neo-Geo – SNES), há um notável trabalho na conversão da trilha. Em especial, as faixas de Geese Howard, Terry Bogard e Jubei Yamada estão ótimas. A Faixa de Terry inclusive se tornou tema do Fatal Fury Team em KOF 96 e remixada para o Terry nos KOF’s 97 e 98.

Finalizando, mesmo com falhas, Fatal Fury Special no SNES é uma excelente experiência de luta no SNES. Pode não ter vendido tanto, mas se comparar que o jogo está mais fiel em relação ao original do arcade que Super Street II (Lançado em ano em que o Turbo já era realidade) e inclusive contando com o lutador secreto possível de se habilitar, coisa que não tinha no SSF de SNES.

Créditos Review: Kyo

Download: Clique Aqui!

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