quinta-feira, 24 de março de 2011

Marvel Super Heroes - War of the Gems

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MarvelSuperHeroes-WaroftheGems0000.jpg
Gênero: Ação
Ano: 1996
Fabricante: Capcom
http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MarvelSuperHeroes-WaroftheGems0002.jpghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MarvelSuperHeroes-WaroftheGems0001.jpg

Em 1996 foi criado pela Capcom um jogo de luta chamada Marvel Super Heroes, este trazia os heróis clássicos da Marvel para dentro de verdadeiras arenas em disputas frenéticas.

Creio que vendo que aqueles heróis deram certo em jogos de luta por que não fazer o mesmo estilo em um jogo de aventura? A resposta é Marvel Super Heroes: War of the Gems um grande clássico para Snes que trazia uma verdadeira aventura contra o mal.

Na trama o vilão Thanos quer se apossar das Jóias do infinito, itens que não devem cair em mãos erradas, eis então que Adam Warlock convoca os heróis Homem Aranha, Wolverine, Capitão America e Hulk na missão de recuperar os artefatos. O game é baseado em uma das saga criadas para HQ conhecida como “Desafio Infinito”. Garanto que o game não é infinito mas tem muito desafio.

Com uma historia um pouco fraca demais, o game tem há oferecer muito desafio. Cada personagem possui vantagens em determinada fase e caso ele venha a falecer pode ser revivido com o certo item adquirido.

As habilidades dos personagens se enquadram no game perfeitamente e para desferir os golpes especiais é necessário realizar combinações entre os botões como em jogos de luta, no jogo é possível adquirir itens que deixam os personagens mais fortes ou com mais energia. A jogabilidade em si faz lembrar um game beat’up mas devido ao game ser apenas em side-scrolling não dá para considerá-lo, mas garanto que o game possui diversão e desafio como todo jogo do estilo citado.

A qualidade gráfica do game consegue agradar muito, os cenários são muito bem desenhados e os personagens possuem um designer 2D de primeira semelhante ao game de luta antecessor lançado para arcade.

Vale lembrar também que o jogo possui um dedo de Megaman, não por ser plataforma ou por seus chefes terem vantagens e desvantagens contra alguns heróis, mas sim pela sua incrível dificuldade, por exemplo, seu personagem sendo o Hulk consegue apanhar muito fácil dos inimigos e as fases razoavelmente grandes conta com vários momentos de dificuladade.

Com gráficos bonitos, um enredo que dá para levar e muito desafio, War of the Gems consegue ser uma verdadeira aventura digna para Snes faltando apenas um modo para dois jogadores.




Créditos Review: Victor Cândido

Download: Clique Aqui!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Alcahest

Fabricante: Hal Laboratory Inc 
Gênero: Ação/Rpg 
  Ano de lançamento: 1993
 


O começo...
A história deste game é bastante simples, mas bastante atraente.
De mil em mil anos uma estrela vermelha brilha no céu, daí Alcahest, a entidade do mal sai do mundo obscuro para o nosso mundo. Em sua primeira aparição um guerreiro dotado de força, inteligência e dos quatro Guardiões Elementais conseguiu selar por mais mil anos o monstro Alcahest. Porém, o tempo se passou e você, Alen, deve selar Alcahest novamente.Mas primeiro lugar você deverá capturar os quatro Guardiões Elementais(vento, água, fogo e terra) e fazer como o primeiro guerreiro, acabar com Alcahest.
Durante sua aventura você encontrará cinco guerreiros dotados de cinco habilidades especiais.Garstein, o mago, princesa Elikshil, capaz de curar seus machucados, o guerreiro Sirius, Magna, o cibórgue e Nevis, a Deusa Dragão.
Gráficos
Alcahest nos mostra gráficos muito bons levando em conta o poder dos 16 bits da época.Os cenários oferecem muita atrações, com bastante variedade. Além de montanhas do inicío, você passará por cavernas escuras com lava, palácios destruídos, fortalezas tecnológicas, masmorras e etc... O personagens são bem detalhados e coloridos.Os chefes foram muito bem feitos, pode se dizer que um melhor que o outro,porém os inimigos são muito repetitivos, trocando apenas a sua cor durante o jogo.
Jogabilidade
O ponto forte deste jogo fica na jogabilidade.Basicamente você deve guiar o personagem através dos cenários, porém, irá enfrentar vários obstáculos.Não é necessário entrar em detalhes pois um bom conhecedor de RPG sabe da jogabilidade. Simplesmente excelente a jogabilidade, vale relembrar.
Som
A ovelha negra do jogo. Os efeitos sonoros são horríveis, explosões são chiados e os monstros e chefes emitem barulhos que até ouvir seu vizinho quebrando o pau é mais entusiasmador.O único efeito que presta é a da espada. A música também é muito desanimadora infelizmente.

Créditos Review: meiokilo36

Download (rom em Português): Clique Aqui!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Bubsy in Claws Encounters of the Furred Kind

Fabricante: Accolade
Gênero: Aventura

Ano de lançamento: 1992

Bubsy foi praticamente o mascote da Accolade, empresa que não teve tanto sucesso assim no mundo dos games. Porém, Bubsy fez um sucesso bastante considerável, tanto é que teve a segunda versão, um título pro obscuro Jaguar, o remake deste primeiro para PC chamado Super Bubsy e o bem mediano Bubsy 3D para PS1. Além de tudo o gato ganhou seu próprio desenho animado que acabou não vindo ao Brasil.

Este primeiro da saga é bastante engraçado; Bubsy faz algum comentário cômico antes de cada fase (como “Did…I mention I don’t like heights?”, “Shouldn’t that be FEARLESS? Uh-oh…”, “My contract does NOT mention paint.”, “Is there a veterinarian in the audience?”…), as músicas do game te dão um clima maior de diversão e é muito hilário ver Bubsy se espatifando no chão ou perdendo os lifes de outros jeitos.

No final de cada Stage você recebe um Passcode mas muitos perguntam “onde diabos eu uso isso?!”. Aí que tá, é só clicar Select na tela de título que vai para o menu de opções em geral. Quanto aos ítens, você tem as bolas de lã que fazem aumentar seus pontos no fim das fases, os pontos de exclamação que servem de Checkpoint, camisas com número 1 (1up), 2 (2up), pretas (Bubsy gótico?), com ponto de exclamação piscando (invencibilidade) e outros menos úteis.

Muita gente quando vê o game encontra semelhanças enormes com o clássico Sonic; Bubsy dispara numa velocidade alta, os cenários fazem lembrar, as bolas de lã seriam como as argolas, etc., mas são apenas ilusões de ótica, o game em si é bem distinto. Recomendado para todos os públicos pôr o Bobcat pra encarar os aliens neste divertido plataforma!




Créditos Review: Max Carnage

Download: Clique Aqui!

Choplifter III - Rescue Survive

Fabricante: Beam Software
Gênero: Estratégia
Ano de lançamento: 1993

Em Choplifter III você não controla um personagem humano, o protagonista nada mais é do que um helicóptero no qual possui uma missão, salvar prisioneiros de guerra em diferentes cenários, a tarefa aparenta ser fácil, porém o jogo consegue ter uma dificuldade razoável que consegue prender o jogador em diversos apuros.

O sistema de jogo é horizontal semelhante a muitos jogos de “navinha” vistos por ai, porém o jogo possui seu brilho próprio, diferente do voar e atirar dos outros games aqui você só consegue ir ao seu objetivo resgatando seus prisioneiros, é como Flick aquele jogo do passarinho para Mega Drive, só que agora você possui um arsenal pra lá de Rambo para realizar sua tarefa.

Ao todo são 4 fases sendo que cada uma delas tem cerca de 3 partes e todas só são concluídas se você resgatar seus prisioneiros, os cenários vão de uma floresta que lembra muito o Vietnã até uma cidade pós-apocaliptica um cenário todo destruído e cheio de desafios que fazem com que o jogador sofra um pouco para realizar seu objetivo.

O jogador possui um grande pacote de armas além de sua arma básica na qual dispara projetéis no qual só é eficaz contra os inimigos pequenos, logo apos esta arma você adquiri grandes explosivos que vão de mísseis tele-guiados até uma espécie de bomba H na qual deixa toda a tela vermelha e os inimigos vão para o inferno.

Na parte gráfica o jogo consegue ser bem convincente, os cenários chegam a ser bem detalhados e os veículos tanto inimigos como seu helicóptero são bem desenhados, a trilha sonora recebe grandes efeitos para a época e os temas encaixam-se perfeitamente ao cenário que lhe é apresentado, sendo esse um dos pontos fortes do game.

Com gráficos bacanas e muita diversão, Choplifter III consegue prender o jogador em uma aventura que merece ser apreciada com muita ação e diversos desafios.




Créditos Review: Victor Cândido

Download: Clique Aqui!

Hamelin no Violin Hiki

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/HamelinnoViolinHiki0000.jpg
Fabricante: Enix
Gênero: Aventura
/Puzzle
Ano de lançamento: 1995

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/HamelinnoViolinHiki0001.jpghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/HamelinnoViolinHiki0002.jpg

Algumas vezes nos deparamos com agradáveis surpresas ao fuçar em diretórios de roms com milhares delas disponíveis. Hoje em dia é bem prático baixar pacotes completos de jogos de Super Nes, Mega Drive ou qualquer outro sistema, tendo em pouco tempo todo o acervo de jogos e ainda alguns que jamais saíram deste lado do planeta.

Em alguns casos, até mesmo jogos que o sistema nem chegou a ver, como protótipos e demos. Enfim, na minha lista de roms de SNES, tem um jogo que sempre me intrigou (entre vários) mas eu nunca dei atenção suficiente. Este jogo é Hamelin no Violin Hiki, um jogo de plataformas repleto de puzzles pro Super Nintendo.

Trata-se, antes de mais nada, de um jogo baseado num anime francês, com o nome de Le Violenist de Hamelin. A história do anime gira em torno da luta de Flute (personagem principal) contra demônios após a queda da rainha de seu reino. Para isso, conta com a ajuda de Hamel, especialista em usar a música como arma contra os inimigos.

No game, tudo começa com Flute sendo atacada por monstros e Hamel dando conta do recado e salvando a mocinha. Após isso, ambos partem em busca de respostas pra toda essa confusão. O enredo é bacana e é contado conforme o avanço do jogo, como se fosse um RPG de ação. Existem lojas na cidade, onde se compra desde itens pra repor energia até mais tempo pra fases entre outros trecos.

Controlamos Hamel, o tal violinista que usa um violino pra atacar (não diga). Seu violino dispara notas musicais capazes de destruir todo tipo de inimigo. Além dele, temos uma ave que é praticamente um parceiro eterno do protagonista e a Flute, a garota que é uma mão na roda no jogo (jajá falarei disso).

Os gráficos do jogo são lindos, tudo é muito colorido, muito bem desenhado e as fases possuem um design limpo e muito criativo.

Aliás, o jogo brilha em todos os quesitos, mas nos gráficos moram a beleza maior. Tudo, desde menus, mapas e inimigos, parecem que foram feito com todo capricho do mundo, o que me faz estranhar o porque desse jogo nunca ter sido lançado por essas bandas...

As músicas são todas muito bacanas, indo desde temas mais simples até melodias complexas, mudando de acordo com o ambiente de jogo. Os efeitos sonoros não ficam atrás e cumprem bem seu papel.

Enfim, falemos então da mecânica do jogo. Flute é a peça central disso tudo. Enquanto Hamel cuida da parte pesada, Flute é usada como cérebro do jogo. O que ocorre é que Flute é capaz de se transformar em um sem número de coisas, indo desde sapos que pulam mais alto até robôs, carrinhos, uma EMA que anda sobre espinhos e mais um monte deles que nem cheguei a conhecer.

Adicionando isso ao belo design das fases e aos puzzles, temos um jogo com muita ênfase na exploração e raciocínio antes da força bruta. Claro, Hamel ataca muito bem com seu violino, pula, plana (apertando pra cima após saltar), ou seja, faz todas as peripécias de qualquer personagem de um jogo de plataforma. Mas, sem Flute, o jogo seria só mais um no imenso mar de jogos de plataforma de qualidade pro SNES.

Ambos tem energia, o que acarreta ao jogador programar muito bem cada passo. Flute não morre, mas começa a perder o dinheiro caso sua energia acabe. Para repor, existem frutas espalhadas pelas fases. Flute também aceita os comandos de seguir ou parar, fundamentais para resolver alguns puzzles. Aliás, o jogo difere-se de forma brutal de qualquer outro jogo no estilo que eu tenha jogado.

Bom, pra quem ainda não conhece, recomendo que corra atrás do jogo, existem as versões original japonesa, traduzida pro inglês e até uma tradução pro português, que ficou bem bacana. Recomendo à todos os amantes de Wonder Boy in Monster World e similares, pois ele lembra bastante essa série.




Créditos Review: Cosmão

Download (rom em Português) : Clique Aqui!

terça-feira, 15 de março de 2011

The Lost Vikings

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/LostVikings1The0000.jpg
Fabricante:Silicon & Synapse/Interplay
Gênero: Aventura/Puzzle
Ano de lançamento: 1992
http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/LostVikings1The0001.jpghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/LostVikings1The0002.jpg

Erik, Baleog e Olaf três vikings sequestrados pelo imperador Tomatordo do império Croutonian, para servirem de animais em um zoológico inter-galáctico, com esse roteiro irreverente você se prepara para ajudar nossos amigos a fugir dessa confusão.

Um Plataforma Puzzle no qual a uma imensa valorização do trabalho em equipe, aonde só passa de “fase” quem utilizar de forma correta as combinações de seus conjuntos únicos de habilidades. Controlando os 3 vikings, não simulataneamente e podendo alterar a qualquer momento entre eles enquanto os outros dois vão aguardar pacientemente pela sua vez para utilizar suas habilidades unicas que são:

* Erik pode correr mais rápido que os outros dois, pode saltar, e pode bater por algumas paredes (e inimigos), com seu capacete. (” É muito bom ter bons amigos. “)Lembra ?
* Baleog pode matar inimigos com sua espada, ou à distância com seu arco. O arco também pode ser usado para bater interuptores a partir de uma certa distância.
* Olaf pode bloquear os inimigos e os seus projéteis com seu escudo, use seu escudo como uma asa delta , ou como um trampolim para Erik que lhe permita alcançar elevado motivos que não é possível sem o escudo.

O jogo se passa em cinco mundos, cada um constituído de múltiplos níveis com sua própria variedade de armadilhas e inimigos, pelo qual você deve passar por esse mundos se perder nenhum viking(se não recomeça o nivel todo outa vez). Com muitos quebra-cabeças que a cada etapa ficam mais complexo e exigentes sempre apresentados de forma lógica e razoável.

Provavelmente seu viking serão aplainados, incendiados, eletrocutados, ou mumificado bastante vezes antes que você possa finalmente acertar e terminar o jogo, mais concerteza você irá se divertir bastante.




Créditos Review: Ighor Henrique

Download (rom em português): Clique Aqui!

Bomberman B-Daman

Fabricante:Hudson Soft
Gênero: Puzzle/Estratégia
Ano de lançamento: 1996

Bomberman B-Daman é diferente de todas as outras versões do jogo.É diferente pra caramba e muito complicado.Agora com apenas uma bomba você tem de detonar todas as outras.Não preciso nem dizer que é essencial esperar a hora certa para,então,explodir o maior numero de bombas possíveis numa só tacada.Pode não ser tão simples.Quando você está pronto para detonar um montão de bombas,elas se movem e acabam com a sua jogada,Além disso,você tem de passar por obstáculos,fazer curvas com as bombas e acender pavios.

São dez estágios com dez fases cada.Quer dizer,cem etapas,uma mais difícil que a outra.Você ainda pode jogar com seus amigos,ou inimigos.No modo Battle jogam até quatro pessoas,que devem detonar os adversarios com suas bombas.O negócio é raciocínio,rapidez e muita malandragem.


O game conta com gráficos bem bacanas,mas nada de inovador.As musicas são bem animadas e que combina com cada cenário e situação do jogo.
Para os fãs de Bomberman ,vale dar um a conferida,e testar as suas habilidades nessa nova jogabilidade que o jogo propõe.




Download: Clique Aqui!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Lista dos jogos mais vendidos do Super Nintendo

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/duvidasnes.jpg

A era dos 16-bits ficou marcada pela primeira grande batalha de consoles da história da década de 90. O Super Nintendo e o Mega Drive conflitavam de maneira intensa e, felizmente, presentearam o jogador com um arsenal de títulos excelentes.


O SNES se tornou um sucesso global, com gráficos estonteantes e jogos que se tornaram indispensáveis na vida dos usuários. O retorno triunfal de Mario, a nova aventura de Link, o simpático Donkey Kong e mais centenas de títulos renderam cerca 379 milhões de jogos vendidos.

Confira a seguir os jogos mais vendidos do Super Nintendo:

* Super Mario World (20 Milhões)
* Donkey Kong Country (8 Milhões)
* Super Mario Kart (8 Milhões)
* Street Fighter II (6.3 Milhões)
* The Legend of Zelda: A Link to the Past (4.61 Milhões)
* Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest (4.37 Milhões)
* Street Fighter II Turbo (4.1 Milhões)
* Super Mario World 2: Yoshi's Island (4 Milhões)
* Dragon Quest VI (3.2 Milhões no Japão)
* Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble! (2.89 Milhões)
* Dragon Quest V (2.8 Milhões no Japão)
* Final Fantasy VI (2.55 Milhões no Japão)
* Final Fantasy V (2.45 Milhões no Japão)
* Super Mario All-Stars (2.12 Milhões no Japão)
* Chrono Trigger (2.03 Milhões no Japão)
* Super Street Fighter II (2 million)
* Secret of Mana (1.83 Milhões)
* Aladdin (1.75 Milhões)
* Super Puyo Puyo (1.7 Milhões no Japão)
* Mortal Kombat 2 (1.51 Milhões nos EUA.)
* Romancing SaGa 2 (1.49 Milhões)
* Final Fight (1.48 Milhões no Japão)
* Super Mario RPG (1.47 Milhões no Japão)
* Dragon Ball Z (1.45 Milhões no Japão)
* Final Fantasy IV (1.44 Milhões no Japão)
* Dragon Quest III (remake) (1.4 Milhões no Japão)
* Killer Instinct (1.33 Milhões nos EUA)
* Romancing SaGa (1.32 Milhões)
* Romancing SaGa 3 (1.3 Milhões no Japão)
* The Lion King (1.27 Milhões nos EUA)
* Mortal Kombat 3 (1.22 Milhões nos EUA)
* NBA Jam (1.22 Milhões nos EUA)
* Disney's Magical Quest starring Mickey (1.21 Milhões no Japão)
* Derby Stallion III (1.2 Milhões no Japão)
* Dragon Warrior I & II (remake) (1.2 Milhões no Japão)
* Mega Man X (1.16 Milhões)
* Dragon Ball Z II (1.15 Milhões no Japão)
* Derby Stallion '96 (1.1 Milhões no Japão)
* Kirby Super Star (1.1 Milhões no Japão)
* Super Ghouls 'n Ghosts (1.09 Milhões)
* Final Fight 2 (1.03 Milhões)
* Casper (1 Milhão)

Fonte(lista de jogos): Wikipédia

domingo, 13 de março de 2011

Mortal Kombat

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MortalKombat10000.jpg

Ano: 1993
Gênero: Luta
Fabricante: Acclaim Entertainment

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MortalKombat1-1.jpghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MortalKomabat1A.jpg


Mortal Kombat nasceu para concorrer com Street Fighter e é graças a ele que ambas as séries têm evoluído tanto (uma querendo superar a outra..)

Não demorou muito para que MK estourasse, era muito comum jogadores correndo atrás de revistas ou de amigos (época foda sem internet..) para pegar os comandos dos golpes e os famosos Fatalities. Sempre se encontrava aquele viciado que sabia tudo de cabeça e executava com perfeição te deixando puto.

Tal como Street Fighter, a história foi contada de vários modos. A começar com o filme, aliás, os filmes. Primeiro tivemos o pouco falado hoje em dia “Mortal Kombat – The Journey Begins” que mostra Rayden contando para Cage, Kang e Sonya um pouco da história dos lutadores e do torneio no navio de Sheng Tsung. O filme é em animação com direito a cenas 3Ds. O filme possui erros fatais como deixar para trás o personagem Kano e de colocar Sub-Zero como servo de Shang Tsung. O VHS trazia ainda um Making-of do “filme filme” mesmo mostrando os efeitos especiais e etc. Em uma das edições da zine vocês encontram a resenha do filme. Saiu ainda uma série em quadrinhos muito bem feita subdividida, mais tarde, em outras como “Goro – O príncipe das Trevas”. O HQ saiu aqui no Brasil pela editora Escala, na qual trouxe muito material dos EUA sobre MK e SF fazendo um ótimo trabalho. Além dos quadrinhos terem uma ótima qualidade eram baratos.

A primeira edição do game trouxe poucos personagens selecionáveis, mas o suficiente para divertir milhões de jogadores. Além dos 7 que estão no menu para selecionar, temos o penúltimo chefe Goro, o chefe final Shang Tsung e o desafiador secreto Reptile. Alguns Arcades traziam um bug na qual Scorpion aparece vermelho, fazendo jogares pensarem que era algum personagem secreto. Boon e Tobias aproveitaram a deixa e criaram o personagem Ermac (Error Machine, algo assim) mais tarde. Outra curiosidade é que o personagem Striker, que pinta pela primeira vez no MK3, ficou programado para sair neste primeiro. Os programadores o adiaram ao sentir a falta de uma personagem mulher (Sonya). No MKII ele deu lugar ao Jax sendo mais uma vez adiado (“afinal, a personagem fêmea precisava de um parceiro.. rs..”).




Créditos Review: Max Carnage

Download: Clique Aqui!


Confira também: Mortal Kombat 2,MK 2 1/2 e Ultimate Mortal Kombat 3

Nomenclatura das ROMs

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/duvidasnes.jpg

Para uma melhor orientação na hora de baixar suas roms, é bom sempre ter guardado esta lista, pois a maioria das pessoas desconhecem seu significado e lembrem-se, dêem preferência as roms americanas, que vem com a seguinte nomenclatura: Nome do Jogo (U)[!].

Legendas Padrão:

[a] - Alternate - O game que foi dumpado apresenta mais de uma versão que pode apresentar diferenças.
- Bad Dump - Dump mal sucedido, ROM apresenta problemas.
[Beta #] - É um DUMP de uma ROM beta, que está em fase de desenvolvimento (Imcompleta, apresentando bugs e outras coisas cabulosas) o # é o número de versões existentes.
[BF] - Bung Fix - o Dump sofreu um fix pós-dump, ou seja depois que foi dumpado sofreu alguma programação para corrigir algo. Bung = Tampão Fix= Correção
[c] - Cracked - A placa ou chip que apresenta proteção sofreu alguma alteração para que o DUMP fosse possivel. (Seja fisica ou por meio de programação)
[f] - Other Fix - A ROM foi reparada de outro método como uso de patches ou seguindo regras de outra ROM que possui programação ou proteção semelhante.
[h] - Hack - ROM alterada diretamente por reprogramação.
[ o] - Overdump - Uma ROM com overdump significa que os dados adicionais ou extras foi dumpado, mas que não contribui nada para ser emulado, é uma ROM suja a curto modo. (É como se fosse dados “NULL” que preenchem um Game)
[p] - Pirate - É uma ROM de origem pirata, por exemplo um DUMP do game Sonic do Super Nintendo, sabe-se que é um hack, mas o dump não alterou nada da origem.
[t] - Trained - ROM já vem com um trainer imbutido, possibilitando vários cheats.
[T] - Translation - ROM previamente traduzida não oficialmete (Geralmente o T é seguido com a lingua traduzida EX: [T+Port] = Tradução p/ Português)
(Unl) - Unlicensed - DUMP de games ou aplicações não licenciadas (Ex: Fun Car Rally do Genesis que não foi licenciado pela Sega)
[ x] - Bad Checksum - Cada ROM possui um numero que indica se todos o bytes de informação estão corretos, se os 2 estão corretos é um Good checksum, mas se forem diferentes acaba resultando em uma Bad Checksum (É um assunto complicado, mas um Bad Checksum não é tão problemático)
ZZZ_ - Unclassified - ROM que não recebeu classificação alguma.
[!] - Verified Good Dump - ROM livre de erros e falhas que prejudicaria sua emulação.
(???k) - ROM Size - É o tamanho da ROM sem compressão EX: (1024k)

Legendas dos Paises de Origem da ROM :
Serve para você saber aonde foi a origem do lançamento.
(A) - Australia
© - China
(E) - Europa
(F) - França
(FN) - Finlandia
(G) - Alemanha
(GR) - Grécia
(HK) - Hong Kong
(I) - Italia
(J) - Japão
(K) - Coréia
(NL) - Holanda
(PD) - Dominio Público (Sem fins lucrativos)
(S) - Espanha
(SW) - Suécia
(U) - USA
(UK) - Inglaterra
(Unk) - País Desconhecido
(-) - País Desconhecido

terça-feira, 8 de março de 2011

Earthworm Jim 2

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/EarthwormJim20000.jpg
Gênero: Aventura/Ação
Ano: 1995
Fabricante: Playmates
http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/EarthwormJim20001.jpghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/EarthwormJim20002.jpg

Após o grande sucesso e excelente recepção da crítica em relação a Earthworm Jim, uma sequência era inevitável. E ela acabou chegando cerca de um ano e meio após o game original, no fim do ano de 1995 para Mega Drive, saindo logo em seguida para SNES, e ao longo do ano de 1996 recebeu versões para Playstation, Saturn e PC.

Quando se trata de uma continuação, a primeira coisa que todos perguntam é se a qualidade do original será mantida, ou mesmo superada. No caso de Earthworm Jim 2, posso adiantar que, de maneira geral, o jogo mantém a qualidade do seu antecessor, mas não chega a superá-lo. Veremos mais a respeito ao longo da análise.

Um quesito em que EJ2 supera seu predecessor é o visual. Os gráficos estão mais bonitos, os cenários estão mais detalhados, e há fases realmente estonteantes, como por exemplo The Flying King e Puppy Love, que chegam até mesmo a ostentar efeitos em 3D. Mas a grande evolução aqui deu-se na animação, que é muito mais fluida e bela que no jogo anterior. A direção de arte também continua afiada nesse aspecto, a escolha das cores usadas é de muito bom gosto, e as temáticas são ainda mais surreais do que no primeiro. É bem verdade que o primeiro jogo já era belo, mas Earthworm Jim 2 dá um passo a frente em relação a ele, com gráficos mais polidos, sobretudo no quesito animação.

Em compensação, a parte sonora deu uma regredida. Embora os efeitos sonoros continuem muito bons, inusitados e hilariantes, e as falas de Jim mantenham o nível do primeiro, as músicas regrediram bastante. As trilhas abandonaram o apelo pop eletrizante do jogo anterior, e focam-se em estilos como tarantela, tango, ritmos latinos e música erudita. As únicas músicas que se destacam são as trilhas das fases Villi People e See Jim Run, Run Jim Run, não por acaso compostas por ninguém menos que Beethoven. As faixas originais não são tão inspiradas como no primeiro, nem de longe, e em alguns casos chegam mesmo a enjoar, caso do tango de Udderly Abducted, sem contar que algumas músicas se repetem em mais de uma fase. De qualquer forma, é uma boa trilha sonora, acima da média, apenas não tão boa quanto a memorável trilha do jogo anterior.

Na jogabilidade, algumas mudanças. Certas fases introduzem novos elementos específicos, por exemplo, na fase The Flying King o jogo praticamente se transforma num shooter em visão isométrica. Em Villi People, controlamos uma salamandra voadora (!), e somos punidos com perda de energia quando tocamos nas paredes. Em Lorenzen's Soil, Jim ganha uma arma capaz de criar passagens no solo, e deve explorar esse recurso para terminar a fase. Em Inflated Head, Jim flutua céu acima, e precisamos controlar sua velocidade e trajeto. Enfim, como no primeiro jogo, embora a espinha dorsal da jogabilidade seja a mesma de um jogo de ação/plataforma, Earthworm Jim 2 nem de longe se limita a correr/pular/atirar. Um acréscimo interessante é que agora Jim possui uma grande variedade de armas, a maioria delas não tem lá grande utilidade, é verdade, mas outras como a Tri-Gun e o lançador de casas (!) teleguiadas são bem interessantes. Outras duas boas inovações devem-se a Snott, uma gosma verde que agora acompanha Jim, vivendo em sua mochila: para cair mais devagar, basta segurar o botão de tiro durante o salto, ao invés de ter que repetidamente pressionar o botão de pulo, como no jogo anterior. Ao fazer isso, Snott transforma-se num para-quedas. E não existem mais os ganchos onde tinhamos que nos pendurar com o chicote, sendo subistituídos por camadas de gosma verde onde nos penduramos com Snott. Na prática, é quase a mesma coisa, mas se pendurar nesses ganchos com o chicote exigia uma precisão milimétrica, coisa que agora não é mais necessária.

Enfim, a jogabilidade continua como a de EJ1, só que melhor. Ou seja: perfeita.

Artisticamente, Earthworm Jim 2 leva o humor nonsense e absurdo de seu antecessor às últimas consequências. Ao jogar EJ2, temos a impressão que o 1 nem era tão absurdo assim. As situações, cenários, personagens, estão mais absurdos e hilariantes do que nunca. Para citar um exemplo: na fase Villi People, Jim se disfarça de salamandra voadora (!), atravessa o que parece ser o intestino de alguma criatura (!!), para no final da fase participar de um quiz no estilo Show do Milhão (!!!). Tudo isso embalado pelo primeiro movimento da Moonlight Sonata de Beethoven (a música do piano em Resident Evil 1, lembra?). E os absurdos não param, Earthworm Jim 2 é um jogos mais absurdos, engraçados e criativos de toda a história dos videogames. O mesmo dito para Earthworm Jim 1 se aplica aqui: é um jogo onde a direção de arte extremamente criativa faz toda a diferença, coisa que anda faltando na maioria dos jogos mais atuais.

Earthworm Jim 2 é bem mais fácil que seu antecessor. Quem tiver terminado o 1, certamente fechará esse jogo numa única jogada, sem grandes sobressaltos. Isso por um lado é bom, pois torna o jogo mais acessível e desencanado, focando na diversão pura e simples. Por outro lado, é uma pena, pois nenhuma fase de Earthworm Jim 2 é tão eletrizante quanto, por exemplo, For Pete's Sake do jogo anterior. Isso pesado e medido, é possível dizer que essa sequência é mais ou menos tão divertida quanto o jogo anterior. Se por um lado é menos eletrizante, por outro é um jogo mais tranquilo. Mas uma coisa é certa: é um game divertídissimo, obra prima mesmo.

É difícil decidir qual dos dois primeiros Earthworm Jim é melhor. Enquanto o primeiro é mais eletrizante e desafiador, e possui algumas das músicas mais soberbas da história dos videogams, a continuação é mais polida, tem a direção artística ainda mais absurda, e alguns podem dizer que ela é mais divertida, justamente por ser mais fácil e não exigir tanto do jogador. O que é fácil concluir, é que tratam-se de dois jogos fabulosos, praticamente no mesmo patamar de qualidade, verdadeiras pérolas. Jogabilidade precisa, gráficos soberbos, músicas excepcionais e muita, muita criatividade são os ingredientes destes dois clássicos. Games obrigatórios para qualquer um, simplesmente.


Créditos Review: Eduardo Furlan

Download: Clique Aqui!

Confira também: Earthworm Jim 1

Dragon Ball Z Hyper Dimension

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/DragonBallZ-HyperDimension0000.jpg
Gênero: Luta
Ano: 1996
Fabricante: Bandai
http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/dragon-ball-z-hyper-dimension-j_00002.pnghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/dragon-ball-z-hyper-dimension-j_00004.png

Hoje o mundo inteiro se diverte com os games da série Dragon Ball, mas nem sempre seus jogos foram acessíveis a todos os públicos.

Este game até chegou a ser lançado fora do Japão mas sem a opção de Story Mode, o que rebaixou a diversão apenas para modo multiplayer, treino e outras sem muita diversão. Inovou por trazer as 3 maiores sagas do mangá num único game, o que era muito difícil de se ver num jogo de Dragon Ball Z na época.

É como uma “coletânea” da série Super Botouden, porém deixou de lado alguns personagens colocando apenas os principais; temos son Goku, Vegeta (com o M na testa, então semi-manipulado pelo bruxo Babidi), Son Gohan (o místico), Super Gottenks, Vegetto (fusão de Vegeta com Goku através dos brincos) além dos vilões Freeza, Cell, Majin Boo e Super Majin Boo.

Durante a luta o jogador é capaz de aplicar os clássicos golpes de explosões e outras técnicas especiais. Como exemplo temos Majin Boo que pode transformar seu adversário em caramelo, mastigá-lo e cuspi-lo. Além disso no jogo seu adversário (ou você) pode arremessar você para as nuvens, começando uma luta aérea. A batalha fica um pouco mais lenta e requer maior habilidade. Assim como MK3 você também pode arremessar seu adversário para outro cenário, mas não é possível em todos.

Outro fator que inovou neste game são os gráficos, simulando um semi-3D dando maior realidade para o jogo, graças ao chip SA-1; podemos notar as boas movimentações dos personagens como o rabo do Freeza balançando ou o cabelo dos heróis ao carregar o poder.

Com certeza esse foi o melhor game da série criado para o SNES.




Créditos Review: Max Carnage

Download (rom em Português): Clique Aqui!

Joe & Mac 2: Lost in the Tropics

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/JoeandMac20000.jpg
Gênero: Aventura
Ano: 1993
Fabricante: Data East

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/JoeandMac20001.jpghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/JoeandMac20002.jpg

A sequência do clássico dos Arcades trás novamente os Homens das Cavernas Joe e Mac, para mais uma incrível e divertida aventura na Pré-História.

Dessa vez, um homem das cavernas chamado Gork, roubou uma coroa pertencente ao chefe da Vila de Kali, e cabe a Joe & Mac, ou melhor, á você, recuperá-la usando as sete pedras do arco-íris que serão coletadas durante sua jornada.

Ao longo do caminho, você enfrentará dinossauros, homens das cavernas, e outros inimigos pré-históricos em uma viajem através da selva, do gelo e neve, passando até mesmo por uma terra vulcânica abandonada.
Utilizando-se das velhas clavas (ou tacape) como arma, que podem ser incrementadas com upgrades pegos durante o jogo, e os personagens podem também cuspir restos de certos alimentos nos adversários, como ossos e sementes.

Os gráficos são bem coloridos e os cenários cheios de detalhes. Em algumas fases você irá andar em vagões de trem e também montar em dinossauros que variam de terrestres á voadores. A animação dos personagens (tanto de Joe e Mac, quanto dos inimigos) é bem rica e muito engraçada.O modo multiplayer põe os dois jogadores juntos nas fases dobrando a diversão.

A jogabilidade é simples e funcional, você pode pular, atacar e segurando o botão de "Dash" o personagem corre. A movimentação dos personagens está bastante suave e os comandos tem respostas rápidas, ficando mais fácil para se esquivar dos inimigos e até mesmo para atacá-los. "Joe & Mac 2: Lost in the Tropics" ainda adiciona elementos de RPG à aventura, criando uma experiência mais envolvente se comparado ao primeiro jogo (Joe & Mac - Caveman Ninja). Você agora pode coletar moedas pelas fases para comprar itens da Vila Tiki, como carne para recuperar sua energia, ou mesmo remodelar sua cabana. Existe também um mapa aéreo, tradicional de jogos de RPG, onde você poderá ir para qualquer fase que desejar, ou seja, não existe linearidade de fases, lhe possibilitando retornar em fases completadas para ganhar mais dinheiro e apanhar power-ups.

Fechando, "Joe & Mac 2: Lost in the Tropics" é um jogo muito divertido, com incrementos e melhorias que o fazem superar sua versão clássica.




Créditos Review: Toper Breath

Download: Clique Aqui!

Confira também: Joe & Mac: Caveman Ninja

Final Fight

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/FinalFight1.gif
Gênero: Ação
Ano: 1990
Fabricante: Capcom

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/FinalFight1a.gifhttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/FinalFight1b.gif

Os "Mad Gear", a gangue mais terrível de "Metro City", sequestram a filha do recém-eleito prefeito Haggar e tentam chantageá-lo. Haggar como um bom político (isso existe?) recusa a proposta da gangue e decide de uma vez por todas "limpar" a cidade com suas próprias mãos. Contando com a ajuda do namorado de sua filha, Cody, eles partem para fazer com que cada integrante da "Mad Gear" pague por tudo que fizeram.

Lançado originalmente para Arcade, Final Fight revolucionou os jogos do estilo "briga de rua", trazendo comandos simplificados e características próprias para cada personagem, coisa que não existia na época (Quem já jogou Double Dragon II sabe muito bem disso!), além de seus belos gráficos, com sprites de personagens grandes e uma trilha sonora envolvente. Sua conversão para Super Nintendo acabou sofrendo algumas perdas, como o modo para 2 jogadores (que realmente faz falta) e aqui já não se tinha mais o terceiro personagem selecionável, que seria o ninja "Guy". Mas apesar dos pesares, a versão para o console doméstico tem os seus méritos, também fez muito sucesso e será essa que enfatizarei aqui.

Em Final Fight o esquema é simples, eficaz e divertido: Escolha seu personagem e saia detonando todo e qualquer meliante que lhe aparecer pela frente. Com o B você pula, com o Y você soca e com os dois apertados juntos seu personagem desfere um golpe especial, que lhe custa energia, mas que derruba os oponentes que estiverem ao seu redor. E ainda existem outros golpes que podem ser executados no ar e outros agarrando o inimigo, como o famoso "pilão" de Haggar (agarre o inimigo, pule, e no ar pressione para baixo e o botão de soco).

As fases são típicas urbanas, como metrôs, bares e indústrias, com cenários muito bem desenhados e cheios de detalhes. E como todo bom jogo de "briga de rua" existem os "power up" que podem ser coletados durante as fases e dão vida e pontos, e também os itens de combate que variam de facas, porretes, canos etc, tudo pra aumentar a porradaria diversão.

Os personagens

Mike Haggar
Haggar é um ex-campeão de Luta Livre. Depois de passar 5 anos no circuito wrestling profissional, ele retornou para seu lar e atualmente é o prefeito de Metro City. No jogo Haggar é o mais forte dos personagens, porém é o mais lento.

Cody
Cody foi treinado nas artes marciais desde que tinha 9 anos de idade. Ele ostenta o quinto grau de faicha preta no Karatê e é muito habilidoso com facas. Atualmente namora com a filha de Haggar, Jéssica.
Cody é um personagem balanceado que dosa velocidade e força. É o único que pode manusear facas contra os inimigos (os outros personagens somente arremessam-nas).

Guy
No Super NES, Guy aparece somente numa versão lançada pela Capcom chamada de "Final Fight Guy", sendo que a única mudança dessa versão é a substituição de Cody por Guy.
Guy é o mais ágil dos 3 personagens e tem a habilidade de saltar "quicando" nas paredes, porém é o mais fraco e seus golpes surtem menos efeito em seus oponentes.

Final Fight não foi o primeiro jogo de "briga de rua" a ter sido feito, mas foi ele que aperfeiçoou o gênero.
Muitos outros bons jogos no mesmo estilo vieram depois (inclusive as duas sequências dessa série para o SNES), mas "Final Fight I" ficou marcado por ter sido um "divisor de águas" dos famosos games "Beat'em Up" ou como eu diria: "Briga de rua".




Créditos Review: Hardcore Gaming

Download(rom em português): Clique Aqui

Confira também: Final Fight 2 e Final Fight 3

ActRaiser

Gênero: Ação/Simulação
Ano: 1990
Fabricante: Enix/Quintet

Restabeleça ordem ao caos
No início da década de 90, logo no lançamento do Super Nes, vários jogos de peso foram lançados para o novo console da Nintendo, entre eles estava um game muito interessante e de nome incomum chamado ActRaiser. Produzido pela Quintet e distribuído pela Enix (agora Square Enix), ActRaiser é um jogo de ação em plataforma e simulação onde você encara o papel de um Deus que deve restabelecer a paz do caos trazido pelo demônio Tanzra.

Tendo lutado contra Tanzra e seus demônios e saído seriamente ferido dessa batalha sem sucesso, o Deus do game resolve se refugiar no seu palácio nas nuvens para descansar e sarar suas feridas. Durante esse sono que levou séculos a divindade, conhecido aqui apenas como 'Mestre', acorda num mundo tomado pelo caos e dominado pelo demônio que outrora havia lutado. Seu objetivo é reconstruir o mundo, recuperar seus poderes e a fé do povo no Deus para derrotar o demônio Tanzra e seus capangas de uma vez por todas.

Gameplay
Se você achava que o game se tratava apenas de detonar alguns monstros, derrotar o chefe final e salvar o mundo do mal encarnado, é claro que você estava errado. ActRaiser são dois jogos em um, ação em plataforma e simulação. No modo ação/plataforma, o Mestre desce do palácio nas nuvens e encarna numa antiga estátua de um guerreiro para detonar os monstros de cada região dominada por um dos demônios de Tanzra (seis no total). No melhor estilo Castlevania você sai distribuindo espadadas e soltando magias para permitir que a região seja repovoada e a etapa de simulação comece. Nesse modo, tendo como avatar um anjo, o Mestre repovoa a região, guia seu povo, cuida dele e atende aos seus pedidos atráves de milagres, como: fazer chover nas plantações, direcionar raios solares para derreter neve, produzir ventanias para mover moinhos, unir continentes utilizando terremotos e outras ações que só um Deus é capaz de fazer. Tudo isso é necessário para que a sua população cresça feliz e o Mestre se torne mais forte para derrotar os monstros de cada região.

Temática polêmica
O game usa como referência temas cristãos e morais, envolvidos na velha temática de Bem×Mal, ou melhor dizendo, Céu×Inferno. Onde o Mestre é Deus e Tanzra é Lúcifer. Elementos Bíblicos são encontrados ao longo do jogo facilmente, como o uso de um Anjo que destroi os demônios, profetas que vêem o futuro, sacrifícios para deuses, falsos deuses enganando o povo e etc. O aspecto moral, envolve a ingratidão do povo, no final do game, para com o Mestre, onde as pessoas, tendo se tornado independentes, perdem seu conceito de fé e necessidade de uma divindade, uma vez que todo o sofrimento de suas vidas foram removidos. Entristecidos, porém aguardando o dia em que eles possam ser requisitados mais uma vez, o Mestre e seu avatar retornam ao palácio nas nuvens, distanciam-se da Terra e somem, subindo aos céus.

Aspectos técnicos
Com relação ao design, ActRaiser possui um dos designs mais fantásticos já criados para um console de 16-bits. As fases de simulação são muito bem desenhadas e com detalhes muito bonitos, como as casas, as árvores, rochas, os demônios e etc. É tudo muito bem trabalhado. Já na etapa de ação/plataforma os cenários de fundo são simplesmente fantásticos. A riqueza de detalhes e o bom uso de luzes e sombras conseguem captar direitinho a essência de cada fase e dar um senso de profundidade enorme. Quem se lembra das fases de Fillmore na floresta, o lago envenenado de Bloodpool ou da pirâmide em Kasandora, sabe muito bem do que eu estou falando.

Outro ponto fortíssimo do game é a sua trilha sonora. Realmente, o mago do som, Yuzo Koshiro, o mesmo criador das músicas de Streets of Rage e Revenge of Shinobi, estava inspiradíssimo. ActRaiser possui uma das trilhas sonoras mais belas já criadas até hoje para um console, rivalizando no mesmo patamar com muitos games desta geração sem deixar nada a desejar. A trilha do game fez tanto sucesso que no mesmo ano foi lançado um disco chamado ActRaiser Symphonic Suite. uma coletânea com todas as músicas do game regidas por Yuzo Koshiro e grande orquestra. É de se arrepiar e se comover com a qualidade das músicas. Só ouvindo mesmo para saber o que é passar pela experiência de jogar um game desse naipe.

Considerações
ActRaiser é um jogo longo e muito divertido lançado para o nosso querido Super Nes. O elemento ação em plataforma misturado ao elemento de simulação é o que torna esse game incrivelmente singular. Contando com uma ótima história, jogabilidade, belos gráficos, som inesquecível e um fator replay decente, ActRaiser é um título que agradará a todos os públicos, inclusive ao mais hardcore, pois ao se terminar o game pela primeira vez é possível habilitar o modo “Professional”, um equivalente ao modo 'Very Hard' das etapas de plataforma.

Vale a pena conferir, seja através do cartucho original (se você for sortudo o suficiente de encontrar um), da Rom para o Snes, ou se você for dono de um Wii, poderá conseguir esse excelente título por apenas 800 wii points.



Créditos Review: Albatross

Download: Clique Aqui!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mega Man 7 (Rock Man 7)

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MegaMan70001.jpg
Gênero: Ação
Ano: 1995
Fabricante: Capcom

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MegaMan70002.jpghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/MegaMan70003.jpg

História


Em pleno século 21 (o ano 20XX ambíguo), Mega Man 7 começa imediatamente após os acontecimentos de Mega Man 6. Graças aos esforços de Mega Man e seus amigos, Dr. Wily foi finalmente levado à justiça.No entanto, Wily tinha um plano B caso fosse preso novamente, assim ele construiu quatro robot Masters reservas em seu laboratório escondido. se caso não recebessem uma comunicação no prazo de seis meses, eles partiriam a procura por seu mestre.
Passados então seis meses, os robôs começaram uma busca pela cidade por Dr. Wily, Mega Man é imediatamente acionado, que é conduzido pela cidade juntamente com Roll e Auto, mas, percebem que é tarde, já que a cidade está inteiramente em ruínas.Dr. Light avisa para Mega Man ter cuidado, já que desta vez os robot Masters de Willy estão mais poderosos que nunca. Mega Man dá início a perseguição, mas é interrompido por Bass (Forte), um robô com habilidades muito similares ao próprio Mega Man, e seu robô lobo Treble (Gospel).No começo da trama, ambos parecem ser novos aliados na luta contra Wil.
Mega Man enfrenta quatro dos primeiro robot Masters de Wily, mas para sua surpresa, mais quatro entram em cena.Em um dos locais, Mega Man encontra Bass e Treble feridos e os manda para o laboratório do Dr. Light para reparos.Com a derrota de todos os robot Masters, Mega Man retorna ao laboratório e recebe uma péssima noticia do Dr. Light, que após os reparos de Bass e Treble, eles roubaram peças que seriam usadas para a melhoria dos sistemas de Mega Man.Willy aparece no monitor do laboratório e informa que Bass e Treble são mais uma de suas criações, e que os planos para ganhar acesso ao laboratório de Light foram um sucesso. Mega Man consegue derrotar ambos e após a derrota de Wily, decide finalmente colocar um fim definitivo ao cientista louco.Paciência tem limite! Mega Man cansado das falsas promessas de Wily resolve dar cabo do cientista louco, pela primeira vez Mega Man demonstra agressividade.Wily tenta coagir Mega Man com a história que ele seria incapaz de machucar os seres humanos, Mega Man contra-argumenta que ele não é apenas mais um robô e que está decidido a por fim a Wily.A ação é interrompida com o desmoronamento do laboratório e Bass resgatando Wily.

Análise

A idéia de um revival da série clássica para o Super Nintendo parecia remota, já que, com a instalação do primeiro jogo da era “X” o personagem estaria seguindo para um novo curso em sua história. Mega Man 7 foi lançado quase 1 ano e meio após Mega Man X e geraram diversas críticas tanto da imprensa na época quanto por parte dos jogadores que não ficaram muito satisfeitos com os resultados.Analistas e jogadores dividiram uma crítica em comum: Mega Man 7 não ser tão inovador em sua jogabilidade como o título anterior e graficamente ser muito simplista comparado ao trabalho feito pela Capcom em Mega Man X.Segundo declarações de Nafume sobre o título, ele reconhece que a pressa e certo luxo em criar uma versão clássica 16 bits de Mega Man para o super nintendo, não tiram a razão de analistas e jogadores a respeito de suas críticas.

A inclusão de Auto (Rightot no Japão) e Eddie (Flip-Top) com uma loja de compra de upgrades, para aqueles que não querem perder tempo explorando as fases, que pelo menos economizem alguns parafusos na compra dos itens. Podemos destacar também a ordem dos robot Masters no jogo (dividido em duas fases com 4 em cada uma, muito semelhantes às versões Game boy) e um modo secreto de Verses entre Mega Man, Proto Man e Bass, acessado através de um password.

Dentre os poucos aspectos positivos neste quesito, podemos destacar o personagem Rush que teve um modo de exploração de cenário (rush search) e que também poderia se fundir com a armadura de Mega Man criando uma nova (rush super adapter). Beat perdeu a função de robô de ataque suplementar e passou a ser um item usado para salvar Mega Man quando
cai em algum buraco.

Talvez a contribuição mais signiicativa do título a série clássica foi a introdução de um novo nêmesis: Bass (que mais tarde passaria a aliado).Bass traz consigo um espírito de competitividade, arrogância e um ego maior que o de Proto Man.A fusão com sua mascote Treble (Gospel) remontam muito o espírito animê oriental (lembrando a fusão de Dragon Ball Z). Proto Man faz aparições esporádicas no jogo e deixa sua marca como um dos itens usados por Mega Man na aventura (Proto Shield).

Graficamente o jogo é bonito e traz consigo surpresas que fazem o jogador se lembrar de jogos anteriores da série, como a fase: Robot Museum onde alguns personagens dos primeiros jogos de Mega Man podem ser vistos e até mesmo Guts Man modiicado passa a ser um subchefe de fase.O estágio de shade Man relembra Ghouls and Ghosts não somente na sua concepção gráfica (com o tema sinistro de um cemitério), mas a trilha sonora secreta de: super Ghouls and Ghosts reforça isso muito bem.

Criticismos a parte, Mega Man 7 poderia ter sido mais trabalhado, com mais tempo e criatividade de seus criadores,mas cumpriu seu papel como abre-alas da série clássica em um formato 16 bits.O jogo proporcionou (e ainda proporciona) horas de divertimento, ação e exploração no bom (e clássico) estilo Mega Man.




Créditos Review: GSenior

Download (rom em portugês): Clique Aqui!

Super Off Road

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/SuperOffRoad0000.jpg
Gênero: Corrida
Ano: 1992
Fabricante: Tradewest

http://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/SuperOffRoad0003.jpghttp://i236.photobucket.com/albums/ff289/diegoshark/blogsnes/SuperOffRoad0001.jpg

Em Super Off Road o jogador precisa correr por terrenos acidentados,desde buracos até partes alagadas,costelas de moto cross,subidas íngremes e cubos de feno com obstáculos.Porém,sinto falta de um pequeno atoleiro com muita lama,mas nada que tire o brilho deste jogo.Mas como isto é pouco,você tem que correr contra três oponentes: um carro de cor azul,um carro vermelho e o prata.Céus,isto torna o jogo mais difícil do mundo!Existe aqueles que dizem que isto torna o jogo mais frenético a cada volta.

Para ajudar,a cada volta aparece itens (nitros e grana) no meio da pista para ajudar os jogadores.E após cada corrida,invista em seu carro para continuar vencendo.Investir no carro não é tão complicado assim,pois só há cinco itens para gastar: nitro,pneus,snocks,aceleração e velocidade final.O ideal é sempre comprar nitros pois os mesmos acabam quando o jogador os aciona.O carro prata é de longe o que mais tem nitros,a não ser se você vencer muitas corridas.

Algo interessante neste game é a visão de cima,o que chega até ser inovador,fazendo com que o jogador veja a pista inteira,uma vez que os jogos de corrida não tinham uma visão como esta,no qual o jogador não é pego de surpresa em curvas fechadas ou qualquer outra coisa.Outra vantagem na hora de jogar nesta visão é que é muito fácil saber quando completar uma volta em um retardatário,ou mesmo quando estamos perto de um.Outra coisa engraçada é a movimentação que o game possui,que vai desde os veículos no momento em que ambos saltam até quando os carros sobem algum barranco do circuito,o diretor de prova que dá a largada com um tiro,fazendo com que se pareça uma corrida de automóvel,e finalmente quando ele dá a bandeirada,chegando até ser engraçado pela movimentação.

A jogabilidade não é das melhores,mas também não é a pior do mundo.O controle até que responde razoavelmente bem ao ponto de fazer o jogador vencer suas corridas sem muitos problemas.O fator curioso que passa despercebido nas versões americanas pelos jogadores deste divertido game é a menção ao nome Mickey Thompson,um jornalista que trabalhou em um jornal de Los Angeles que é um grande homem na historia automotiva na América do Norte.

Super Off Road foi um clássico do arcade que saiu pra Nintendinho e que invadiu o SNES que por sinal,foi uma ótima conversão,porém sem grandes apelos gráficos e longe de ter um som fantástico.Mesmo assim,este jogo é com certeza um grande combustível para sua diversão e também um grande matador de horas em frente ao SNES.


Créditos review: Beto Campos

Download: Clique Aqui!

domingo, 6 de março de 2011

Axelay

Gênero: Tiro
Ano: 1992
Fabricante: Konami

Mais uma história de invasão alienígena, mais um herói solitário em uma nave com munição infinita disposto a acabar com todos os invasores usando o que for necessário. Uma encrenca que estamos acostumados a ver no mundo dos games, mas que parece não cansar nunca, assim é Axelay, um dos melhores shooters do SNES e da Konami.

Gráficos

O jogo segue o estilo de Salamander, variando em estágios verticais e horizontais. Os estágios verticais tinham efeitos muito legais, fazendo uso do chip mode 7, criando efeitos de profundidade de cair o queixo, e uma movimentação fluida e veloz, os cenários horizontais também não ficam para trás, os detalhes estão por toda parte, a própria nave tem pequenos ‘flaps’ que podem ser vistos se movimentando durante as frenagens e acelarações, assim como a intensidade das turbinas.

Os chefes são gigantes e fantásticos para um jogo de 16 bits, realmente a Konami levou a sério esse quesito do game e gatou bastante bits nos 7 desafios finais do jogo, um destaque especial para o chefe do 5º estágio, o monstro de lava que abria o piso vulcânico e surgia com toda imponência contra a pequena espaçonave e seus aparentes inofensivos mísseis. Confira no gif a seguir:

Jogabilidade

Antes de cada estágio, o jogador pode escolher 3 armas para equipar sua nave, um tiro normal, um especial e um tipo de míssel ou bomba. Com o avanço do game vão aparecendo novas opções de tiros, a eficiência é diferente, alguns são mais espalhados e outros mais concentrados, a escolha vai depender mesmo do estilo de jogar de cada um. Os tiros podem ser trocados a qualquer momento durante o jogo, ao sofrer um dano, a nave perderá a arma que estiver usando no momento, que será substituída por uma arma padrão fraquinha. mais um danos será suficiente para acabar com sua vida de vez, ou então um choque com um inimigo no caminho.

Axelay é considerado um clássico do gênero, apareceu na posição 91 do último TOP 100 da EGM. Apesar de ser um jogo tão caprichado e de tanta repercussão, Axelay não vendeu o esperado, e a promessa de uma suposta continuação que aparece no final do jogo foi recentemente negada pela Konami.




Créditos Review: Matt

Download:
Clique aqui!