sábado, 6 de junho de 2009

The Legend of Zelda: A Link to the Past

Fabricante: Nintendo
Gênero: Ação/Rpg
Ano de lançamento: 1991,1992
Lançado em abril de 1992 nos EUA, The Legend of Zelda: A Link to the Past causou furor e logo foi eleito o "melhor jogo de todos os tempos para Super Nintendo" pela Revista Nintendo Power. Aqui no Brasil, o jogo foi lançado em 93, com o título Um Elo com o Passado e logo passou a ser adorado pelos gamemaníacos brasileiros. Era o primeiro jogo no estilo Aventura/RPG lançado no Brasil para o console 16 bits.

Esta pode ser considerada a primeira parte da saga de Zelda e Link. Como o próprio nome diz, a história se desenvolve no passado, muitos anos antes dos jogos anteriores, The Legend of Zelda I e II. Assim sendo, as personagens que aparecem no game do Snes são ancestrais das personagens dos games do NES. O Link de Zelda III seria o tataravô do Link de Zelda I e II. Complicado? Um pouco, mas logo tudo fica explicado. Tudo começou quando uma gangue de ladrões liderada por Ganondorf Dragmire encontra uma terra escondida chamada Golden Land, onde a lendária Triforce estava escondida.

Ambiocioso e mal, Ganondorf mata seus seguidores e pega a Triforce para si. Com ela nas mãos ensangüentadas, o vilão ouviu uma voz: "se tu tens um grande sonho, deseje-o...". Neste momento, o rei dos ladrões, Ganodorf Dragmire deixou de existir, dando origem ao diabólico Ganon.
Agora o terrível ser desejava dominar o mundo. E assim o fez. Com suas tropas, Ganon invadiu a um dia pacata terra de Hytule. Durante a batalha, o Rei de Hyrule enviou sete sábios homens para selar o portal para Golden Land (Terra Dourada). Com a ajuda de cavaleiros, os sábios conseguiram aprisionar Ganon na Golden Land, que passou a ser conhecida como Dark World (Mundo das Trevas).

Depois de séculos de tranquilidade, tudo voltou a dar errado em Hyrule. Pestes, desastres e penúria assolavam a terra. O Rei de Hyrule ordenou uma investigação no Dark World, mas o portal continuava lacrado. O Rei então ofereceu uma recompensa para quem pudesse explicar os desastres ocorridos. Eis que surge um estranho feiticeiro chamado Agahnim, que libertou a terra das pragas, com uma forma de magia nunca vista. Como prêmio, Agahnim foi nomeado conselheiro-chefe e o povo pôde celebrar a paz novamente. Até que estranhos fatos começam a ocorrer...

Finalmente nosso herói Link entra na história. Em uma noite chuvosa, ele é acordado por uma voz feminina: "Ajude-me. Estou presa no calabouço do Castelo. Meu nome é Zelda... O feiticeiro Agahnim fez algo terrível com as garotas desaparecidas, e só eu sobrei. Ele tomou controle do castelo e agora está tentando abrir a passagem para o Dark World. Por favor, ajude-me!". Link levantou-se, pegou uma lanterna e rumou em direção ao castelo. Mais uma aventura começava! Onze labirintos diferentes, armas e segredos em uma trama emocionante, digna de grandes filmes de Hollywood.

Mesmo sendo um cartucho com apenas 8 megabits de memória (mas que para a época era algo surpreendente), Zelda 3 apresentava gráficos de altíssimo nível, que na época foram aclamados como estando entre os mais bonitos até então. Com uma visão superior, o jogador controlará Link por diversos dungeons, cada um com belos gráficos. A única coisa estranha em relação aos gráficos fica por conta dos personagens. Devido a visão superior, os personagens aparentam estar andando de lado na tela, o que é uma coisa que chega a ser engraçada, mas que não atrapalha em nada na diversão. Em relação ao design dos labirintos, posso dizer que foram muito bem construídos e elaborados pelo gênio Myiamoto, e cada um reflete exatamente o seu "tema". Além disso, você ainda conta com um mapa grande e cheio de detalhes para explorar.

A parte sonora de Zelda 3 é, na minha opinião, seu maior destaque. O jogo contém uma trilha sonora simplesmente épica, com belíssimas músicas que dão o clima mais que perfeito para o jogo. Muitas das músicas do jogo vão ficar na sua cabeça mesmo se você já tiver parado de jogar, como por exemplo a música dos dungeons, que tem um ar de suspense e terror na medida certa, simplesmente magnífico.

Os outros efeitos sonoros do jogo também se mostram muito competentes, como explosões, flechadas, defesas com o escudo, magias e tudo mais encaixando-se mais do que perfeitamente no jogo. É difícil acreditar como a Nintendo conseguiu colocar em um simples cartucho de 8 megabits gráficos e efeitos sonoros tão competentes!

A jogabilidade de Zelda 3 é muito agradável e fácil de se aprender, pois com comandos de boa resposta e bem simples, nenhum jogador terá grandes dificuldades em aprender a dominar os conceitos básicos do jogo.

Por ser um jogo de Aventura/RPG, Zelda 3 conta com vários itens que vão sendo ganhos ao longo do jogo e que servem para diferentes propósitos. Tal variedade de itens é muito legal, mas em alguns momentos pode ser chato, pois em diversos momentos você deverá pausar o jogo para trocar para um determinado item que precisa ser usado naquela ocasião, mas que depois que usar, deverá pausar de novo e "destrocar" o item, pois no momento ele não terá mais utilidade.

Isso pode irritar algumas pessoas que não tem tanta paciência para ficar nessa troca constante de itens. Tirando esse pequeno detalhe, creio que ninguém terá dificuldades para jogar Zelda 3, mesmo o jogo dando uma relativa liberdade de exploração, pois mesmo com essa liberdade, o jogo dá dicas ao jogador para onde ele deverá prosseguir, entretanto, para tal, o jogador deve ter uma noção básica de inglês.

A dificuldade desse jogo pode ser taxada como de média, sendo que apenas nos últimos dungeons ela fica mais alta. Os primeiros dungeons você provavelmente não terá problemas para passar, mas conforme o jogo vai avançando, os labirintos ficam mais complicados e os chefes dos labirintos ficam cada vez mais difíceis. Creio que freqüentemente você necessitará de mais de uma tentativa para passar um dungeon ou um chefe mais avançado do jogo.

Com gráficos magníficos, uma trilha sonora inesquecível, um enredo digno de um grande filme de Hollywood, uma mistura na medida certa de ação e aventura e uma jogabilidade simplesmente na medida certa, The Legend of Zelda: A Link to the Past entrou para a história como um game completo: um verdadeiro clássico.


Créditos Review: The Trooper

Download (rom em português): Clique Aqui!

4 comentários:

  1. Zelda e sempre fenomenal esse jogo e um pra se ficar na historia esse jogo tem um otimo desafio
    e que descobrir tudo desse jogo e um outro desafio talvez mais dificil do que termina-lo

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  2. Meu amigo tinha Zelda 3 original, e eu tinha um Super Nintendo, tinha 7 anos, meus irmãos tinha 14 e 15 anos, foi muito bom.Eu sempre falava para os meus colegas de classe como Zelda 3 era bom.Eu tinha tanto jogo de Super Ness original.Rapaz, aquela época, foi a melhor de todas.

    Se a Nintendo tivesse feito como Pelé, ter encerrado a carreira no auge, seria a empresa mais lembrada do mundo.

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  3. Gente comeceii a jogar Zelda denovo mais esquecii como q matar o chefão do castelo alguem pode me dizer???
    abraçO !

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  4. Foi minha primeira aventura com The Legend of Zelda, e a primeira vez que me deparei com um Action Adventure, se é que se pode dizer assim. Esse game é fenomenal! Nele você viverá uma aventura inesquecível. É uma escola!

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