quinta-feira, 11 de junho de 2009

Street Fighter II - The World Warrior

Fabricante: Capcom
Gênero: Luta
Ano de lançamento: 1991/1992
Street Fighter 2 - The World Warrior foi sucesso absoluto! Lançado originalmente para os fliperamas no ano de 1989, este jogo se tornou um vício coletivo entre os jogadores do mundo inteiro, que chegavam a fazer filas pela oportunidade de se jogar o game!

Simplesmente quem nunca ouviu falar em Street Fighter 2 simplesmente não é desse planeta, ou morreu antes que o jogo fosse lançado!

Após o estrondoso sucesso nos fliperamas, a Capcom tratou de fazer mais dinheiro ainda lançado o seu maior sucesso de todos os tempos para os consoles caseiros, que era um mercado que a cada ano se tornava maior e mais lucrativo. E o primeiro console doméstico a ser escolhido para ter uma versão do fantástico Street Fighter 2 - The World Warrior foi o Super NES, isso no ano de 1992.

Para se ter uma ideia da importância deste jogo de luta da Capcom na época, basta saber que sua ida para o Super NES foi um dos principais motivos da derrota da SEGA (e seu Mega Drive) na batalha no mundo dos 16 bits! Para azar da SEGA, seu Mega Drive só foi ter uma versão da série Street Fighter tardiamente, e sem obter o mesmo sucesso de qualquer versão lançada para o Super NES.

Sendo um jogo simplesmente revolucionário, Street Fighter 2 - The World Warrior trouxe para os gamemaníacos caseiros todo o prazer e diversão obtida nos fliperamas. A conversão da versão arcade para o Super NES foi ótima, e fez com que milhões de cópias do jogo fossem vendidas em todo o globo!
História

A história do jogo é a seguinte: Street Fighter 2 - The World Warrior é uma a continuação do original Street Fighter, onde o lutador japonês Ryu, após ter vencido o campeão anterior Sagat, continua sua jornada por novas lutas.

Junto com seu amigo e eterno rival, Ken Masters, enfrentando uma série de novos oponentes, dentre eles o terrível comandante da organização criminosa Shadaloo, M. Bison.

Apesar de Ryu ter um papel de destaque no jogo (já que ele é quem detém o título do torneiro anterior) Street Fighter 2 - The World Warrior tem mais 7 personagens jogáveis, são eles: o já citado Ken Masters; o lutador de sumô Edmund Honda; a chinesa Chun-li; o ex-integrante das Forças Especiais Norte Americanas Guile; o indiano Dhalsim; o brasileiro Blanka; e o russo Zangief. Cada um deles tem seus motivos pessoais para estar no torneio de lutas de rua.

Além dos 8 personagens jogáveis, havia ainda mais 4, que eram os chefes finais do jogo, são eles: o boxeador Balrog; o espanhol mascarado Vega; o lutador de Muai Thai Sagat; e o grande vilão do jogo, o criminoso M. Bison!

Efeitos e Trilha Sonora
Os efeitos sonoros também dão um show, mostrando-se bastantes fiéis ao sons que todos os jogadores estavam acostumados em ouvir ao jogar Street Fighter 2 - The World Warrior nos fliperamas. Nada mais legal do que ouvir um sonoro “shoryuken” enquanto seu oponente voa longe após um golpe certeiro!

A trilha sonora de Street Fighter 2 - The World Warrior é fantástica, onde todas as músicas são realmente muito boas e dão o clima perfeito do país em que está se travando a batalha. No Brasil, temos uma música com sons tribais, na Índia um tema que mais indiano seria impossível, e por aí vai!

E tamanha é a qualidade das músicas de jogo, que muitas delas ainda continuam vivas em nossa mente, mesmo depois de passados anos e anos! Não se assuste se um dia qualquer, você se surpreender ao cantarolar ou assobiar alguma música do jogo em pleno trabalho ou na sala de aula!

Jogabilidade
A jogabilidade é com certeza o ponto forte do jogo! Os comandos dos personagens de Street Fighter 2 - The World Warrior são baseados principalmente em chutes e socos, sendo que cada um tem três tipos diferentes de intensidade (fraco, médio e forte). 
Há ainda os movimentos de defesa (direcional para trás, de acordo com a posição de seus personagem em relação ao adversário), pulo (direcional para cima) e para os lados (direcional para esquerda ou direita).

No jogo não há comandos complicados, ou pelos menos, não tão complicados com veríamos nos jogos de luta posteriores a Street Fighter 2 e que por isso deram com os burros n`água. Não é difícil para se soltar as lendárias “magias” de seus lutadores, ou golpes especiais dos mesmos. Bastava saber como fazer para ativar esses golpes ou poderes especiais, praticar um pouco, para depois de pouco tempo já estar acionando esses golpes de maneira precisa durante as lutas.

Dificuldade
A dificuldade do jogo é totalmente decidida pelo jogador, já que ele pode escolher livremente entre 8 níveis de dificuldade (0 a 7). Ou seja, você pode fazer com que seus adversários no modo normal de jogo (jogador versus máquina) variem de completos imbecis que não conseguem se defender de quase nenhum golpe seu, a lutadores que beiram a perfeição quanto a execução de golpes, defesas e contra-ataques. Para se obter os finais no jogo, é necessário que o nível de dificuldade seja no mínimo 3.

Conclusão
Street Fighter 2 - The World Warrior é simplesmente o melhor e mais famoso jogo de luta de todos os tempos, e ditou as regras que deveriam ser seguidas para que um jogo no estilo obtivesse sucesso. A diversão proporcionada por este jogo é infinita! Você sempre vai querer jogá-lo novamente, seja para terminá-lo com aquele personagem que você ainda não viu o final ou que já viu mas gostaria de rever, seja para passar horas e horas em duelos contra amigos no modo de 2 jogadores. 


Créditos Review: André  Breder

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Sunset Riders

Fabricante: Konami
Gênero: Ação
Ano de lançamento: 1993
Sunset Riders é um jogo de faroeste em que quatro caçadores de recompensas percorrem o oeste dos Estados Unidos em busca dos mais terríveis foras da lei. No começo de cada fase, é mostrado ao jogador um cartaz com o nome do bandido a ser eliminado, o valor da recompensa e a famosa frase: "Procurado vivo ou morto"("Wanted dead or alive" em inglês). O jogo possui oito fases. Conforme o jogador vai avançando, as fases vão se tornando mais difíceis e as recompensas maiores.

Os 4 personagens são: Steve, Billy, Bob e Cormano. Steve e Billy usam pistolas (tiro mais rápido e concentrado), enquanto que Bob e Cormano usam espingardas (tiro mais lento, porém cobrindo uma área maior). A versão para Mega Drive disponibiliza apenas dois personagens: Billy e Cormano.

A jogabilidade do jogo é excelente, dentre diversos elementos você conta com diversos Power Ups e dinamites que os bandidos usam. O jogo oferece elementos de dinâmica no jogo como a possibilidade de escorregar, e pular com estilos nos tetos das casas, o que oferece vantagem e certas situações e te ajuda a abater inimigos com maior facilidade. Você conta com elementos como barris posicionados estrategicamente para poderem ser usados por você para eliminar inimigos com maior facilidade.


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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Super Bomberman

Fabricante:Hudson 
Gênero: Puzzle
Ano de lançamento: 1993
Introdução 
Este jogo fez sucesso nos flipers e saiu para um console que é o Snes, um jogo que foi uns dos preferidos de muita gente, agora já tem muitas versões a venda.

Jogabilidade 
O jogo é de Raciocínio e guerrra, vc é um robô que deve eliminar os inimigos com bombas que deve explodir nelas para passar de fases, também deve enfrentar chefões. No jogo vc encontra itens para melhorar o ataque ou para a defesa como: Bombas que serve para vc botar 2 bombasna hora que vc quiser, o fogo que serve para aumentar a explosão das bombas, o patins que serve para vc andar mais rápido, o pé que chuta a bomba, a caveirinha quee não é bom pega-la pois ela dá a vc um poder que atrapalhará vc, etc...
Alguns inimigos não morrem com só uma bombas, existem outros que para morrerem precisam de 2 ou mais bombas. No jogo tem o password e o modo battle para vc combater com outros três robôs semelhantes a vc. Para vc ir ao inimigo para elimina-lo vc tem que destruir as paredes (coloque as bombas nelas).

Gráficos 
Os gráficos ficaram bem coloridos, as animações ficaram muito boas, o sprite dos robôs ficaram legais, os cenários ficaram bem legais também. Alguns outros jogos não tem esse gráfico tão maravilhoso.

Sons 
Os sons ficaram ótimos, a trilha sonora ficou muito maneira também. O som dos passos do robô ficou muito esquisito, o som das explosões ficaram legais, enfim, os sons ficaram muito bons.

Os tipos de bombas
 Existe diversos tipos de bombas que servem muito para o ataque como a bomba super que a explosão e enorme e necessita-se de muito cuidado com ela, a bomba que te espinhos que atravessa duas ou mais paredes com a explosão, a bomba relógio que vc pode fazer ela expodir a hora que vc quiser, etc...

Conclusão 
O jogo é muito bom com garantia de muita diversão, na primeira fase vc vai ter a vontade de zerar esse game.



Créditos(review) Bloodline

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domingo, 7 de junho de 2009

Super Castlevânia 4

Gênero: Ação
Ano: 1991
Fabricante: Konami
Castlevania sempre foi querido por todos, desde o seu grande lançamento no Famicom até últimos lançamentos para os consoles novos, mesmo que alguns tenham "perdido" sua essência. Surgiu como um jogo de plataforma dificílimo de se terminar, teve uma sequência - Castlevania 2: Simon's Quest - não muito bem aceita pelos fãs, mas parecia estar redimido com Castlevania III: Dracula's Curse. 

Com o lançamento do Super Famicom/SNES, o desenvolvimento de outro Castlevania era inevitável, mas não sabíamos que seria um dos melhores até hoje, mesmo com a capacidade gráfica da época. Super Castlevania IV chegou explorando ao máximo todos os requisitos disponíveis pelo novo console da NINTENDO, e ainda mais um pouco. Gráficos que não desapontam, jogabilidade fantástica - com o adicional de poder chicotear para cima e na diagonal, e também de poder pendurar-se com a Vampire Killer em Aros presentes nas fases - sem esquecer de mencionar, também, a incrível trilha sonora composta na época.

O enredo do game é exatamente o mesmo do primeiro lançado mas, claro, com um ambiente totalmente diferente, um Simon Belmont totalmente refeito - tanto graficamente quanto em suas habilidades - e inimigos, alguns novos ou não, difíceis e bem numerosos. Não posso esquecer de citar, também, os cenários bem desenvolvidos, detalhados, com o clima gótico que Castlevania merece. A Konami se superou na época, tanto que Super Castlevania IV é um dos jogos mais famosos lançados para SNES, considerado um dos imortais do console.


Créditos review: Clarice85

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Bust a Move / Puzzle Bobble

Gênero: Puzzle
Ano: 1995
Fabricante: Taito

Bolinhas coloridas
Bust-A-Move é um jogo de quebra cabeça e estratégia desenvolvido e publicado pela Taito; lançado em 1995 para uma série de plataformas, este game é o sucessor do clássico Bubble Bobble, sendo estrelado pelos mesmos dinossauros do jogo anterior. A versão avaliada neste texto é a lançada para Super Nintendo.

Gráficos
São ótimos; de modo geral, o game conta com um visual bastante agradável, a interface de jogo é simples, mas bem feita e bastante colorida; os personagens que controlam o lançador na parte de baixo da tela são bem feitos e têm uma boa animação; os cenários ao fundo são bem feitos e variam conforme o jogador avança.

Som
Ótimo, as músicas presentes no game, assim como os gráficos, são muito agradáveis, sendo também bastante cativantes, combinando com o aspecto visual do jogo; os efeitos sonoros também são muito bons.

Jogabilidade
Ótima, com controles simples e precisos; a jogabilidade de Bust-A-Move é bastante simples e divertida, baseada no seguinte princípio: o jogador controla uma máquina que atira bolinhas coloridas e deve agrupá-las em uma pilha de bolas coloridas, formando conjuntos de no mínimo três iguais para eliminá-las da área de jogo o mais rápido possível, pois a plha começa a descer com o tempo e se cruzar uma linha na parte de baixo da área de jogo a partida acaba. Algo bastante simples e divertido, que foi muito bem explorado em todas as modalidades de jogo.

No modo principal, o jogador deve eliminar as pilhas de bolinhas coloridas de cada cenário para passar de fase, mas conforme avança, algumas espécies de bolinhas especiais surgem e podem causar diversos efeitos no campo; a bola de fogo, quando atingida, destrói todas bolas que estão ao seu redor, a bola de água faz com que todas as bolas ao redor passem a ser do mesmo tipo, enquanto as bolas de raio eliminam todas as bolas que estiverem na mesma linha horizontal que ela; a presença dessas bolas adiciona um elemento interessante as partidas, pois aumentam o fator estratégico das mesmas. A dificuldade neste modo de jogo é crescente e o progresso do jogador pode ser salvo através de passwords.

No modo desafio, o jogador deve se manter no jogo o maior tempo possível, eliminando as bolas que integram a pilha enquanto a mesma cresce.

No modo versus, como o próprio nome já diz, trata-se de uma disputa contra o computador ou entre dois jogadores na qual eles devem eliminar suas pilhas de bolas, mas o ato de um jogador de eliminar sua pilha aos poucos faz com que a pilha do adversário cresça, com a adição de peças aleatórias, que surgem de baixo para cime e em pontos diversos, perde o jogador que deixar sua pilha chegar à linha na parte inferior da tela.

Considerações finais
Bust-A-Move é um ótimo game, com uma mecânica de jogo bastante simples e divertida, o jogo é muito bom, seja para uma ou duas pessoas, sendo altamente recomendado por este blogueiro que vos escreve!

Créditos Review: Gabriel


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Donald Duck - Maiu Mallard in Cold Shadow

Pato Donald dispensa qualquer tipo de apresentação. Donald foi criado em 1934 e até hoje é um dos personagens mais carismáticos da Walt Disney. Seu temperamento mal humorado e encrenqueiro conquistou muitos fãs por todo o mundo.
Em 1995, era lançado o jogo Maiu Mallard in Cold Shadow. Joguei poucos jogos baseados no Pato Donald e dos poucos que joguei este é o meu favorito. Cold Shadow foi desenvolvido pela Eurocom e lançado pela Disney Interactive.
O jogo foi lançado para Mega Drive e Super Nintendo em 1995, em 1996 para PC e em 1998 para o Game Boy. Esta análise trata da versão lançada para o Super Nintendo.


A história do game se passa numa ilha tropical. O povo da ilha venera um ídolo chamado de Shabum Shabum, que é tratado como o espírito protetor da ilha. Um dia, Shabum Shabum desaparece e segundo a lenda, se o ídolo não for recuperado, a ilha inteira vai explodir. Para resolver o caso é chamado um dos detetives mais brilhantes das redondezas, seu nome é Maui (Aqui neste jogo o seu nome não é Donald).

As investigações de Maui o levam para um centro de treinamento ninja. Neste centro de treinamento, Maui é amaldiçoado com os poderes do lendário ninja Cold Shadow. Podendo contar com os poderes de Cold Shadow, Maui deverá correr contra o tempo para achar o ídolo e impedir que a ilha exploda em mil pedacinhos.

METADE DETETIVE, METADE NINJA

Durante o jogo, Donald pode assumir duas formas distintas. A primeira é a de Maui, forma que você começa o jogo. Maui faz coisas bem básicas como pular e atacar com a sua pistola. A pistola de Maui tem três tipos de tiro, o tiro mais simples é infinito, mas os tiros de fogo e raio são contados, por isso, guarde-os para situações mais criticas.

A segunda forma de Donald é a forma ninja (Ou, Cold Shadow). As habilidades de Cold são de invejar até o ninja Ryu Hayabusa. A principal arma de Cold é um bastão que tem muitas utilidades. Com seu bastão Cold pode atacar seus inimigos, pode usá-lo para se prender em paredes estreitas e usá-lo também para se prender em argolas que fazem o bastão parecer um cipó.

NINJA FAIXA PRETA

Não serão em todas as fases que Maui poderá se transformar em Cold Shadow. Para se transformar você precisa pegar pelo menos um disco ninja. Uma vez tendo um disco Ninja basta apertar o botão X para se transformar.

Logo que se transforma, Cold é um ninja faixa branca, conforme você coleta discos ninja o poder de Cold aumenta e a cor da faixa vai mudando. Quando você tiver 999 de poder ninja Cold alcança a faixa preta. Para fazer os ataques especiais de Cold é preciso usar do poder dos discos.
O golpe comum do bastão não gasta poder, mas se você apertar o botão de ataque três vezes Cold executa uma seqüência que vai gastar do poder dos discos coletados. Outro ataque especial de Cold é o giro. Apertando R, L ou os dois juntos, Cold vai dar um giro com o bastão, enquanto Cold estiver girando o contador de poder vai diminuindo.
Por isso, esteja sempre coletando os discos para não ter problemas nos momentos mais difíceis.

Créditos (review): Lipe Vasconcelos

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Chrono Trigger

Gênero: Rpg
Ano: 1995
Fabricante: Square

“Em um passado há muito esquecido, Lavos veio a Terra. Faminto, trouxe a destruição global separando os continentes, absorveu toda a vida, e depois de saciar sua fome pelo caos, descansou, enterrando-se no mais profundo dos abismos. Agora, Lavos está acordando de seu sono milenar, fortalecendo-se, alimentando-se das profundezas da Terra. Em um futuro próximo, ele sairá dos subterrâneos, e a vida no planeta desaparecerá novamente. Alguém conheceu esse futuro, e conheceu também o passado, e só esse alguém poderá reescrever o trágico final da história da humanidade”. 

O ano era o de 1995. Era lançado no Japão, pelas mãos da Squaresoft, o fruto de um ambicioso projeto que já se estendia por mais de três anos, um grandioso game em um cartucho de tamanho absurdo de 32MB (absurdo para a época, é claro), que prometia ser o maior dos RPG’s já lançados até então, e que é considerado até hoje e por muitos, a obra máxima da softhouse, o inesquecível “Chrono Trigger”.

Sucesso absoluto, o game lançado para o Super Nintendo, ou Super Famicom no Japão, se tornou rapidamente um dos games de maior vendagem da história da produtora. Aclamado pela crítica da época, atingiu um status inimaginado até antes de seu lançamento. Se tornava um clássico, uma verdadeira obra prima dentre os de sua categoria.

Jogado por milhões, aclamado por milhares, Chrono Trigger era um sonho que se tornava realidade. Tornou-se o marco de toda uma geração que, graças a ele, passou a procurar por RPG’s de qualidade, mostrou novos caminhos a um gênero que ainda estava sendo descoberto no ocidente onde, até então, poucos RPG’s eram lançados e atingiam sucesso por essas bandas, ajudou e muito na popularização do gênero.

O sucesso de Chrono Trigger durou tanto tempo que anos depois, fora lançado e com grande sucesso, uma versão do game para PSone, com novas animações em animê, e foi com esta versão que eu conheci este maravilhoso RPG, que mudou de forma drástica o meu gosto por jogos, me emocionou, me fez rir, me fez jogar e rejogar várias vezes seguidas e me deixou mais exigente no que diz respeito à qualidade de um título. 

Inesquecível 
A verdade é que os motivos para isso não eram poucos, a começar pela incrível história criada para o game. Baseada em viagens no tempo, o roteiro pode ser considerado como um dos mais completos e profundos já feitos, com uma dose certa de drama, comédia e ficção. A história pode ser resumida da seguinte forma: “Frente aos olhos incrédulos de Crono (isso mesmo, sem o H do título!) e Lucca, um inesperado portal dimensional causa o desaparecimento de uma misteriosa garota durante uma mal-sucedida experiência de teletransporte. Crono decide tomar o mesmo caminho, a fim de localizar e salvar a garota, sendo seguido por Lucca. Logo percebem que o mundo na qual eles agora estão ainda é o mesmo, mas diferente. Não se tratava apenas de um portal dimensional, mas de um portal temporal: eles estão no passado! Assim tem início a maior das aventuras da vida de Crono, onde suas viagens através das eras lhe mostrarão um desesperador futuro de destruição, mas que pode, junto de seus novos amigos, ter sua história reescrita, para o bem da humanidade”. Não é exageiro dizer que um livro de literatura/ficção contando a história de Chronno Trigger seria um grande Best Seller!

Trata-se de uma história maleável, que pode ter até 13 desfechos diferentes (e alguns juram que são mais!), de acordo com suas opções durante o jogo, e isso garante uma vida útil inigualável ao game, pois pode-se terminá-lo e recomeçar um novo jogo sem perda de itens e experiência, em busca de outros finais. Um fator extremamente interessante do game é que muitos de seus atos no passado causam transformações no futuro, como por exemplo, se o jogador optar por não pegar um item em um baú no passado, poderá pegar o mesmo item no futuro só que muito mais poderoso. Todos os personagens do game são extraordinariamente cativantes, possuem personalidade, com papéis de suma importância no desenrolar dos acontecimentos vindouros da aventura, inclusive, interferindo nos diversos finais. Não é sempre que outro personagem, senão o principal, é escolhido como o preferido no game, mas aqui, qualquer um deles pode receber esse título.

Boa parte desse carisma se deve ao design dos personagens, ou melhor, ao character design oficial da série: nada mais, nada menos que Akira Toryama que, responsável pelo design de personagens da série de games e animes Dragon Quest e criador do universo de Dragon Ball, estava na época, mais que em evidência pelo seu maravilhoso trabalho. 

Gráficos: um marco na época! 
Detalhados ao extremo, vivos e coloridos, explorando até então, o máximo da capacidade do console. Estas regras se aplicam a todos os ambientes do game, desde florestas e calabouços, às animações dos personagens e inimigos. O cuidado com os mínimos detalhes pode ser percebido em qualquer localidade nas sombras em movimento, nos efeitos de luz e transparência, no genial design dos castelos, cidades, personagens e monstros, que por sinal, possuem uma quantidade enorme de sprites de animação. Na versão para PSO, foram adicionados lindos vídeos em anime feitos pelos estúdios de Akira Toryama, que foram distribuídos pelo game desde sua abertura até seu final de modo a realçar as mais importantes passagens do game.

Isto deu ao jogo um charme todo especial, e como seus gráficos eram bons até mesmo para o padrão PS1 (é verdade, existiam muitos jogos de PS1 considerados BONS que não tinham graficos tão bons quanto CT), as animações o deixaram atualizado para aquela nova geração de consoles, onde o game cativou uma nova geração de fãs que se tornaram sedentos por uma continuação 3D do game, como aconteceu com Final Fantasy VII.
A maestria dos efeitos sonoros

A trilha sonora desse game ainda pode ser encontrada, com alguma dificuldade, à venda no Japão ou em importadoras especializadas. Trata-se de um CD “triplo”, que contém todas as maravilhosas melodias presentes no game.

Sabe-se que é costumeira a venda de CD’s contendo as trilhas musicais dos games mais populares no oriente, mas tamanha foi a quantidade de melodias compostas para Chrono Trigger que pela primeira vez era lançado um CD triplo, tratamento diferenciado que nenhum outro game até então havia recebido e que continua raro até hoje. Melodias dignas de prêmios, que agiam aliadas a efeitos sonoros limpos e de altíssima qualidade, conjunto este responsável pela tamanha imersão que o game causa em quem o joga, um trabalho de perfeição quase inatingível.
Sistema de batalha: Perfeição inimaginável

O sistema de batalhas foi, talvez, o mais inovador e bem sucedido da história dos games. A princípio, via-se o de sempre: batalhas baseadas em turnos, mas bastavam algumas horas de jogo para que se pudesse perceber a maestria com que o mesmo foi elaborado. A possibilidade de ataques combinados entre os personagens com diferentes efeitos abria um leque imenso de estratégias a serem utilizadas contra os inimigos, que não eram vencidos apenas devido ao alto ou baixo nível dos personagens. Era necessário conhecê-los, saber seus ataques e como anulá-los, conhecer suas fraquezas e explorá-las. As batalhas aconteciam sem nenhuma mudança de local ou de plano, e nem era preciso mudá-las, uma vez que os gráficos do game eram perfeitos para a ambientação das mesmas.

Os monstros eram visíveis no mapa, e podia-se desviar deles de modo a não entrar em batalhas desnecessárias, diferentemente dos RPG’s clássicos da época, que seguiam a regra de “batalhas aleatórias a todo momento” que vinham sem aviso prévio, e muitas vezes mais irritavam do que divertiam. A combinação deste fator somado ao inovador sistema de batalha criava uma atmosfera onde era extremamente divertido e desafiador entrar em batalhas e testar suas técnicas e ataques combinados nos variados inimigos do game. 

Ambientação e jogabilidade marcante 
Um mapa enorme, cheio de localidades distintas e extremamente originais. Na verdade, dizer que as localidades são originais é pouco para Chrono Trigger: elas foram cuidadosamente elaboradas e desenhadas para retratar com perfeição as diversas passagens temporais que o game possui. É possível visitar a mesma localidade em um tempo passado ou futuro, e ver as mudanças ambientais que elas sofrem, e isso torna o mapa completo do game extremamente grande! Era algo parecido com o que ja se havia visto em The Legend of Zelda: a Link to the Past, lançado bastante tempo antes, e que serviu de idéia base para a elaboração das viagens temporais, que são o elemento chave de Chrono Trigger.

A arquitetura dos castelos, calabouços, florestas e afins foram feitos também com o intuito de o jogador manter um bom nível de interação com os mesmos, de modo a resolver quebra-cabeças e desafios que tornavam a aventura muito mais atraente, e fugiam um pouco do padrão “apenas lute e assista a história” que muitos RPG’s da época adotavam, mas que definitivamente não agradava a todos.

Perfeição 
Sim, sem dúvida, Crono Trigger é um game que atingiu a perfeição em todos os sentidos. Seu sucessor Chrono Cross, que é um excelente game de qualidade ímpar, desenvolvido também pela Square, não obteve nem a décima parte do sucesso atribuído ao primeiro, e não poderia ser diferente, pois o talento da equipe original de produção, seus designers, seus compositores, completaram-se de uma maneira única, que jamais poderia ser superada.

Pode-se dizer que este foi um marco na história dos rpg’s, uma verdadeira evolução no gênero. Um local maravilhoso, criado para divertir, entreter e emocionar jogadores de todo o mundo, um dos melhores games da história!

Digo sem hesitação, que por sua qualidade sem igual, as aventuras de Crono e seus amigos são inesquecíveis para quem já as conhece, e sempre serão lembradas e relembradas através dos anos, para que as futuras gerações saibam que ainda vive na lembrança dos mais velhos, um maravilhoso mundo, em um certo game já pouco antigo, mas de nome inesquecível, de nome Chrono Trigger.

Créditos(review): Sabat

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sábado, 6 de junho de 2009

The Legend of Zelda: A Link to the Past

Fabricante: Nintendo
Gênero: Ação/Rpg
Ano de lançamento: 1991,1992
Lançado em abril de 1992 nos EUA, The Legend of Zelda: A Link to the Past causou furor e logo foi eleito o "melhor jogo de todos os tempos para Super Nintendo" pela Revista Nintendo Power. Aqui no Brasil, o jogo foi lançado em 93, com o título Um Elo com o Passado e logo passou a ser adorado pelos gamemaníacos brasileiros. Era o primeiro jogo no estilo Aventura/RPG lançado no Brasil para o console 16 bits.

Esta pode ser considerada a primeira parte da saga de Zelda e Link. Como o próprio nome diz, a história se desenvolve no passado, muitos anos antes dos jogos anteriores, The Legend of Zelda I e II. Assim sendo, as personagens que aparecem no game do Snes são ancestrais das personagens dos games do NES. O Link de Zelda III seria o tataravô do Link de Zelda I e II. Complicado? Um pouco, mas logo tudo fica explicado. Tudo começou quando uma gangue de ladrões liderada por Ganondorf Dragmire encontra uma terra escondida chamada Golden Land, onde a lendária Triforce estava escondida.

Ambiocioso e mal, Ganondorf mata seus seguidores e pega a Triforce para si. Com ela nas mãos ensangüentadas, o vilão ouviu uma voz: "se tu tens um grande sonho, deseje-o...". Neste momento, o rei dos ladrões, Ganodorf Dragmire deixou de existir, dando origem ao diabólico Ganon.
Agora o terrível ser desejava dominar o mundo. E assim o fez. Com suas tropas, Ganon invadiu a um dia pacata terra de Hytule. Durante a batalha, o Rei de Hyrule enviou sete sábios homens para selar o portal para Golden Land (Terra Dourada). Com a ajuda de cavaleiros, os sábios conseguiram aprisionar Ganon na Golden Land, que passou a ser conhecida como Dark World (Mundo das Trevas).

Depois de séculos de tranquilidade, tudo voltou a dar errado em Hyrule. Pestes, desastres e penúria assolavam a terra. O Rei de Hyrule ordenou uma investigação no Dark World, mas o portal continuava lacrado. O Rei então ofereceu uma recompensa para quem pudesse explicar os desastres ocorridos. Eis que surge um estranho feiticeiro chamado Agahnim, que libertou a terra das pragas, com uma forma de magia nunca vista. Como prêmio, Agahnim foi nomeado conselheiro-chefe e o povo pôde celebrar a paz novamente. Até que estranhos fatos começam a ocorrer...

Finalmente nosso herói Link entra na história. Em uma noite chuvosa, ele é acordado por uma voz feminina: "Ajude-me. Estou presa no calabouço do Castelo. Meu nome é Zelda... O feiticeiro Agahnim fez algo terrível com as garotas desaparecidas, e só eu sobrei. Ele tomou controle do castelo e agora está tentando abrir a passagem para o Dark World. Por favor, ajude-me!". Link levantou-se, pegou uma lanterna e rumou em direção ao castelo. Mais uma aventura começava! Onze labirintos diferentes, armas e segredos em uma trama emocionante, digna de grandes filmes de Hollywood.

Mesmo sendo um cartucho com apenas 8 megabits de memória (mas que para a época era algo surpreendente), Zelda 3 apresentava gráficos de altíssimo nível, que na época foram aclamados como estando entre os mais bonitos até então. Com uma visão superior, o jogador controlará Link por diversos dungeons, cada um com belos gráficos. A única coisa estranha em relação aos gráficos fica por conta dos personagens. Devido a visão superior, os personagens aparentam estar andando de lado na tela, o que é uma coisa que chega a ser engraçada, mas que não atrapalha em nada na diversão. Em relação ao design dos labirintos, posso dizer que foram muito bem construídos e elaborados pelo gênio Myiamoto, e cada um reflete exatamente o seu "tema". Além disso, você ainda conta com um mapa grande e cheio de detalhes para explorar.

A parte sonora de Zelda 3 é, na minha opinião, seu maior destaque. O jogo contém uma trilha sonora simplesmente épica, com belíssimas músicas que dão o clima mais que perfeito para o jogo. Muitas das músicas do jogo vão ficar na sua cabeça mesmo se você já tiver parado de jogar, como por exemplo a música dos dungeons, que tem um ar de suspense e terror na medida certa, simplesmente magnífico.

Os outros efeitos sonoros do jogo também se mostram muito competentes, como explosões, flechadas, defesas com o escudo, magias e tudo mais encaixando-se mais do que perfeitamente no jogo. É difícil acreditar como a Nintendo conseguiu colocar em um simples cartucho de 8 megabits gráficos e efeitos sonoros tão competentes!

A jogabilidade de Zelda 3 é muito agradável e fácil de se aprender, pois com comandos de boa resposta e bem simples, nenhum jogador terá grandes dificuldades em aprender a dominar os conceitos básicos do jogo.

Por ser um jogo de Aventura/RPG, Zelda 3 conta com vários itens que vão sendo ganhos ao longo do jogo e que servem para diferentes propósitos. Tal variedade de itens é muito legal, mas em alguns momentos pode ser chato, pois em diversos momentos você deverá pausar o jogo para trocar para um determinado item que precisa ser usado naquela ocasião, mas que depois que usar, deverá pausar de novo e "destrocar" o item, pois no momento ele não terá mais utilidade.

Isso pode irritar algumas pessoas que não tem tanta paciência para ficar nessa troca constante de itens. Tirando esse pequeno detalhe, creio que ninguém terá dificuldades para jogar Zelda 3, mesmo o jogo dando uma relativa liberdade de exploração, pois mesmo com essa liberdade, o jogo dá dicas ao jogador para onde ele deverá prosseguir, entretanto, para tal, o jogador deve ter uma noção básica de inglês.

A dificuldade desse jogo pode ser taxada como de média, sendo que apenas nos últimos dungeons ela fica mais alta. Os primeiros dungeons você provavelmente não terá problemas para passar, mas conforme o jogo vai avançando, os labirintos ficam mais complicados e os chefes dos labirintos ficam cada vez mais difíceis. Creio que freqüentemente você necessitará de mais de uma tentativa para passar um dungeon ou um chefe mais avançado do jogo.

Com gráficos magníficos, uma trilha sonora inesquecível, um enredo digno de um grande filme de Hollywood, uma mistura na medida certa de ação e aventura e uma jogabilidade simplesmente na medida certa, The Legend of Zelda: A Link to the Past entrou para a história como um game completo: um verdadeiro clássico.


Créditos Review: The Trooper

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Rock N' Roll Racing

Gênero: Corrida
Ano: 2016
Fabricante: Blizzard Entertainment, Mass Media Inc.
Sem palavras para descrever esse clássico jogo do snes/megadriver, lembro-me que passavo horas e mais horas curtindo aquele som pesado e mandando misseis nas bundas dos meus adversários! Jogo que marcou época, para quem jogou sabe que não é apenas mais um jogo de corrida, e quem não jogou, não sabe o que esta perdendo!

História
A história se desenvolve como se tudo ocorresse em um campeonato interplanetário com competições em vários planetas diferentes, seis no total, cada um com a atmosfera variada.

1. Planeta Chen VI
2. Planeta Drakonis
3. Planeta Bogmire
4. Planeta New Mojave
5. Planeta Nho
6. Planeta Inferno

Trilha sonora
Primeiro ponto forte do jogo! Que o vez ficar bastante conhecido entre os jogadores e jogos da época. Dificilmente, encontrava-se jogos com trilhas sonoras cativantes, Rock N' Roll Racing, foi um dos pioneiros a adotar o rock roll licenciado, quem não gostava desse estilo, passou a gostar, quem já gostava, não parava de jogar. Mas vamos falar sério, não tinha coisa melhor naquela época do que explodir quem estava na sua frente, com um missel bem na traseira, ao som de Paranoid ou então Born to Be Wild?

Trilha:
George Thorogood - Bad To The Bone
Black Sabbath - Paranoid
Henry Mancini - Peter Gun
Deep Purples - Highway Star
SteppenWolf - Born To Be Wild
Download das músicas, Aqui

Gráficos
Gráficos bem no estilo "Rock Roll" meio sinistro, passando por terras tenebrosas e até no "inferno", detalhes para os tiros como misséis, e raio lazer bem detalhados, grandes explosões dos carros, tanto nas batidas como ao ser acertado por algum projétil. Carros muito bem desenhados, desde os mais simples até os mais avançados, dando a possibilidade de escolhe de cor.

Jogabilidade
Rock N' Roll Ragin renovou bastante a jogabilidade na época, trazendo um controle diferente, pois é invertido no direcional, também possibilitando dirigir nas defesas "L" "R". Tendo uma vantagem de tunar carros, comprando misseis, turbo, pneu, motor, etc, deixando sua máquina ainda mais potente para as corridas.

Personagens
Snake Sanders (Terra) (+1 Aceleração, +1 Velocidade)
Cyberhawk (Serpentis) (+1 Aceleração, +1 Pulo)
Ivanzypher (Fleagull) (+1 Pulo, +1 Velocidade)
Katarina Lyons (Panteros V) (+1 Pulo, +1 Curvas)
Tarquinn (Aurora) (+1 Velocidade, +1 Curvas)
Jake Badlands (Xeno Prime) (+1 Aceleração, +1 Curvas)
Olaf Do Jogo The Lost Vikings (Valhalla) (+1 Aceleração, +1 Velocidade, e +1 Curvas), detalhe, Olaf é o vovo do vgfmaia!!
OLAF é um dos Vikings do jogo The Lost Vikings, ele é um personagem secreto do jogo, para pega-lo, segure L + R + SELECT e vá colocando para esquerda até encontra-lo.

Planetas e cenários
CHEM VI E VYPER - 94 Graus
DRAKONIS E GRINDER X 19 - 110 Graus
BOGMIRE E RAGEWORT - 80 Graus
NEW MOJAVE E ROADKILL KELLY- 115 Graus
NHO E BUTCHER ICEBONE - 20 Negativo
INFERNO E SLASH - 160 Graus
(Na modalidade VS MODE para jogar no planeta
INFERNO, precisa-se fazer a mesma dica do OLAF
L + R + Select e vá colocando para esquerda até encontra-lo. )

Outros personagens
Braddock - Personagem que aparece nas trocas de planetas.
Fast Eddie - Vendedor de carros. (Semelhança com o Rataum?)
Gordo - E o bixo que tuna seu carro.
RIP - É o corredor que compete com você, tanto de 1 ou 2 players.
Shred - Este corredor aparece apenas quando joga em 1 player.

Curisoidades e outros
O narrador das corridas é Larry "Supermouth" Huffman (www.larryhuffman.com), assim tendo mais emoção nas corridas.

Raking no final da corrida
1º colocado; 400 pontos e $10.000 em dinheiro,
2º colocado recebe 200 pontos e $7.000
3º terceiro 100 pontos e $4.000
4º quarto recebe experiência para a próxima....

Este jogo marcou época. Com um mix de velocidade, tiros e explosões, trilha sonora matadora e um locutor insano tudo isso a um ritmo eletrizante faz de Rock n´Roll Racing um jogo único. Ímperdivel!


Créditos Review: Seatle_94

Download (rom em português): Clique Aqui!

Ultimate Mortal Kombat 3

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Gênero: Luta
Ano: 1996
Fabricante: Avalanche Software / Williams / Midway
A série
Mortal Kombat é uma aclamada série de jogos de luta, criada por Ed Boon e John Tobias e produzida pela Midway; a série tem como principal atrativo a violência desmedida que conquistou os ávidos por sangue.

O jogo
Ultimate Mortal Kombat 3 é o quarto jogo da série, lançado em 1995, era uma versão aperfeiçoada de Mortal Kombat 3, mas nem por isso era mais do mesmo.

Gráficos
Nesse aspecto, UMK3 era superior a seus antecessores, mas nem por isso era bom, falando a verdade, os gráficos eram um tanto toscos, mas isso não chegava a ser tão desanimador, uma vez que o povo queria mesmo era ver sangue.

Som
Nesse quesito, UMK3 já se sai melhor, as músicas e os efeitos eram bons.

Jogabilidade
Aqui a coisa funcionava muito bem, pois para um jogo de luta é IMPRESCINDÍVEL uma boa jogabilidade; os controles respondem de maneira satisfatória.
UMK3 conta com personagens variados (apesar da presença massiva de ninjas genéricos), sem falar no ponto alto da jogatina, os variados e sanguinolentos fatalities que faziam a festa da galera.
A dificuldade é alta e zerar o game é uma tarefa árdua.

Considerações finais
Os primeiros Mortal Kombat eram conhecidos por serem difíceis, violentos e mal feitos, mas nem por isso menos divertidos; Ultimate Mortal Kombat 3 é menos mal feito e mais divertido que seus antecessores, embora MK seja uma série do tipo “ame ou odeie” eu ainda gosto muito e por isso ganhou um texto nesse blog.



Créditos Review: Gabriel
Download: Clique Aqui!