segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Doom

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Gênero: Ação
Ano: 1996
Fabricante: Id Software
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Um homem, um punhado de armas e muitos, mas muitos monstros querendo devorar sua cabeça! Assim é Doom, jogo que se passa em Marte, local onde um acidente ocorreu numa estação espacial e você é o único sobrevivente da tragédia que precisa dar um jeito de cair fora desse verdadeiro inferno com vida e ainda acabar com os planos dos malignos aliens que pretendem, após Marte, invadir a Terra.

Doom foi um verdadeiro arrasa-quarteirão quando foi lançado originalmente nos PC's, e em 1993 ganhou sua versão para o nosso querido Snes, mas será que essa conversão consegue manter a qualidade original da série? Isso que veremos adiante nesse review.

A primeira coisa que muitos vão se perguntar em relação a esse jogo é com certeza quanto aos gráficos. Será que nessa conversão a qualidade original foi preservada? Infelizmente a resposta é não. A Williams fez um ótimo trabalho adaptando um jogo com uma engine 3D para um console com um poder de processamento 3D quase nulo, mas o fato de o hardware do Snes ser muito fraco para esse tipo de jogo pesou muito no resultado final. Quando comparados aos gráficos da versão original para PC, nota-se que houve uma imensa perda de qualidade, mas mesmo assim, em se tratando de um jogo para Snes, os gráficos são ótimos.

As texturas das paredes estão em baixa resolução, e a velocidade do jogo não é tão rápida como no PC, mas isso não chega a atrapalhar a jogatina. Talvez aqueles que já jogaram a versão de PC's possa torcer o nariz para os gráficos do jogo, mas quem está jogando Doom pela primeira vez na vida através do Snes, achará um jogo muito agradável. Durante o jogo não será raro ocorrerem slowdowns (as famosas "câmeras lentas"), e isso é um fato que pode irritar as vezes, pois se você está numa sala cheia de inimigos acaba sendo alvo fácil devido aos slowdowns, mas isso é totalmente compreensível e esperado devido às limitações técnicas do Snes para um jogo desse porte. Mas mesmo com esses problemas, posso dizer que Doom é um bom jogo graficamente falando.

Quando o assunto é a parte sonora em geral, a versão do Snes curiosamente consegue ser superior que seu irmão do PC. Os efeitos sonoros como tiros, gritos e explosões estão praticamente iguais ao PC, mas quando o assunto são as músicas, a versão do Snes dá um banho, com ótimas músicas, muito bem feitas, ao contrário dos midis bem primitivos usados no PC. A música da primeira fase é uma das melhores, e uma das minhas favoritas também, já te deixa logo de cara no clima no jogo. As vezes vai dar vontade de deixar seu personagem parado apenas para curtir as músicas do jogo.

A jogabilidade de Doom pode ser algo que atrapalhe um pouco. O controle do Snes não foi projetado para esse tipo de jogo, e isso fica evidente aqui. Devido ao "peso" do jogo para o hardware do Snes, a resposta dos controles ficou um pouco lenta (algo que dificulta muito em um jogo como Doom, pois velocidade de resposta é quase que fundamental para se dar bem nesse tipo de jogo), além de não ser possível andar de lado e para frente ao mesmo tempo (fazendo um movimento muito comum em jogos de tiro, andando na diagonal), o que é uma grande desvantagem quando se quer entrar em um corredor com tudo. Esse foi um ponto que creio que a Williams devia ter trabalhado um pouco mais, pelo menos para deixar a resposta um pouco mais rápida e suave.

Em relação à dificuldade, posso afirmar que Doom é um jogo difícil, principalmente se jogado no modo Nightmare, onde você precisará de muita habilidade e munição para terminar o jogo. Além disso, você constantemente vai se perder pelos intermináveis corredores das fases mais avançadas do jogo, mesmo com o mapa, e vai ficar se perguntando onde pode estar o caminho correto para você prosseguir. Paciência nessas horas será sua maior aliada, pois senão você vai pirar e não achará o fim do fase.

Em suma, a conversão de Doom para o Snes foi de certo ponto muito satisfatória, mesmo com alguns problemas no controle e uma perda gráfica em relação ao jogo original, mas nada que incomode aquele que quer apenas um jogo bacana para jogar. Empunhe sua espingarda agora mesmo e vá enfrentar a horda de inimigos que o esperam pelos corredores de Doom!




Créditos Review: Trooper

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sábado, 28 de agosto de 2010

Clock Tower

Gênero: Estratégia/Terror
Ano: 1995
Fabricante: Human

História

Neste jogo você controla Jennifer, uma órfã estudante de 15 anos, a qual tinha o pai biológico, que desaparece misteriosamente após ser chamado para atender uma emergência domiciliar. Depois de sete anos foi adotada por Sra. Mary junto de três amigas, que são levadas para uma mansão assustadora no meio de uma floresta, mansão que é marcada por uma imensa torre com relógio, por isto o nome do jogo Clock Tower.

Ao decorrer do jogo Ann, Lotte, Laura e Sra. Mary desaparecem e você tem que as procurar sozinha nesta grande mansão repleta de segredos. Ao longo do jogo você encontra Bobby, garoto de oito anos que assassina suas vítimas com uma tesoura gigantesca e que parece correr insaciavelmente atrás de Jennifer com a intenção de matá-la.

No final do game você descobre que o pai de Jennifer fez o parto de uma criança demoníaca, a qual pertencia a Sra. Mary, então o pai de Jennifer foi morto para que não contasse a ninguém a sua experiência. O bebê se chamava Dan, irmão mais novo de Bobby, o menino da tesoura. Aparentemente a intenção de Sra. Mary Barrows era de alimentar seu filho Dan com os órfãos.

Personagens.

Jennifer Simpson: Jennifer é a personagem principal do jogo. Solitária órfã de 14 anos que é adotada junto de três amigas por Sr. e Sra. Barrows. Seu pai biológico era um médico, o qual desaparece misteriosamente após ser chamado para atender uma emergência domiciliar, ninguém sabe de onde veio a chamada. Ela se veste de azul e uma blusa branca.

Bobby: É um menino gordinho e loiro de oito anos, que aparece após o desaparecimento da Sra. Mary e as três amigas de Jennifer, o que se sabe sobre este garoto é que ele usa uma tesoura gigante para matar as suas vítimas. Este garoto é só mais uma das "coisas" existentes na casa.

Ann, Lotte e Laura: São as três amigas de Jennifer adotadas por Sra. Mary e Sr. Barrows. Laura é a garota loira com um vestido azul, Lotte é a garota ruiva de cabelo curto e uma blusa vermelha e Ann a de cabelo castanhos vestindo uma blusa bege e uma saia verde.

Sra. Mary Barrows: Sra. Mary é a mulher de Sr. Barrows, parece uma mulher muito gentil que receberá as suas quatro órfãs, mas muito tem a se esconder sobre esta mulher misteriosa. Ela é loira, veste uma blusa branca e calças pretas.

Sr. Simon Barrows: Este é o proprietário da mansão, Sra. Mary parece no inicio do jogo levando as quatro garotas para supostamente conhecê-lo.

Dan: É uma coisa escondida no subsolo da mansão. Nada pode se afirmar sobre esta criatura bizarra o que se sabe é que ele é um bebê deformado ou algo do tipo.


Vários jogos tentam atiçar essa sensação de jeitos diferentes: Resident Evil tenta te fazer borrar as calças com o susto do fator surpresa (você vai salvar o jogo e de repente um zumbi sai do armário e te pega) e o fator survival horror (“droga! Tô sem balas! Será que tem algum inimigo atrás daquela porta? Será que ele vai me matar?”). Silent Hill te assusta com o bizarro e o desconhecido (você mata cães com a cabeça dividida ao meio e salva num símbolo satânico... deu pra entender?), mas e esse joguinho de Snes?

Pois bem: Clock tower usa tudo isso, mas de um jeitinho mais profundo: não te dá susto (bem, não apenas sustos), Clock Tower é aquele tipo de jogo que você vai jogando e vai começando a sentir um desconforto estranho, uma vontade ao mesmo tempo de desligar o console (ou fechar o emulador) e de continuar jogando, quando de repente algo te chama à atenção, você vai ver e de repente está correndo de algo muito feio e bizarro com aquele pensamento de “eu tenho que me esconder” mas não consegue.

Quando vê você está encurralado com um som de tesouras te deixando doido, e de repente... DEAD END. Acho que deu para ter uma idéia.

Mansões, Por que sempre mansões?
Clock Tower é um título de horror/aventura japonês (a tradução já está disponível na internet) em que você controla Jennifer, uma órfã que foi adotada junta com suas amigas por uma senhora para viverem em uma grande e solitária mansão. Até aí tudo bem, mas de repente suas amigas desaparecem e Jennifer acaba sozinha e a aconchegante mansão se torna um lugar terrível e assustador (parece história de filme de terror de Segunda né?). Claro que tem mais, mas não quero estragar a surpresa.

Sua missão é achar suas amigas e sair vivo(a) da mansão. Se isso vai ser fácil ou não, depende apenas de você. Não entendeu? Então deixa-me explicar: O jogo possui NOVE finais (poucos conhecem o final secreto, e muita gente garante que não existe, mas irei te provar como se faz esse final...) que variam desde fugir com o rabo entre as pernas e deixar todas as suas amigas para trás até ir fundo no mistério da mansão e salvar todo mundo.

O controle não é dos melhores: você usa um cursor similar ao mouse (o Mouse do Snes não é compatível. Que pena). Aperte Y uma vez para anda, duas para correr e se o cursor virar um quadrado, você aperta Y para interagir com este objeto. Bem simples, mas nem um pouco ágil.

Ele está vindo! Vou me esconder debaixo do abajur...
A mecânica do jogo é bem interessante: a primeira coisa que muitos vão notar é que você anda COMPLETAMENTE DESARMADO! Isso mesmo! Nem com uma faquinha de descascar batatas!

Você passa a maioria do tempo explorando a casa, juntando itens (que você NUNCA usa em você, apenas nos quebra-cabeças) e eventualmente correndo do que quer que esteja te perseguindo.

Nessa hora em que você parece estar correndo da polícia que começa um dos pontos mais interessantes do game: você pode tentar fugir e se esconder nos mais diversos lugares que alguém que estivesse sendo perseguido seria. Exemplos? Você pode se esconder atrás de cortinas, debaixo da cama, pular para trás dos armários, dentro da banheira, passando por coisas mais absurdas como estourar uma lata de gás inseticida e fugir no meio da fumaça (claro que muita gente acaba morrendo sufocado(a) no processo... coisas da vida).

Claro que às vezes você tem que encarar o seu perseguidor de frente! Nessas horas aperte o botão B (ok, o botão que você configurou como B) feito um doido para tentar se livrar da investida e continuar correndo.

Mas mudando de assunto, outro fato que merece atenção é que várias coisas do game mudam de jogo para jogo, desde os acontecimentos até mesmo a localização de certas salas! O que garante, junto com os vários finais, um fator replay altíssimo.

É a sala escura, assustadora e macabra mais linda do Snes!
Os gráficos são incríveis (lembre-se que estamos falando de um game originalmente feito para um console de três gerações atrás e faz mais de uma década!), com personagens e cenários muito bem definido, com várias fotos inseridas no game.

A parte sonora do game é incrível, contando com sons de qualidade. Você ouve desde passos até mesmo o “click-click” da tesoura do Bobby (o cara que mais parece ’A vingança do jardineiro’)

Já não bastavam os sustos, o lado ruim do game também gela o sangue!
Todo game tem suas falhas, mas esse se supera.
A primeira que muitos vão notar de cara é que o game é ABSURDAMENTE LENTO! Do tipo que você leva horas para cruzar um corredor. Claro, você pode correr, mas CORRER GASTA SUA VIDA. Você pode regenerar sua vida descansando (aperte X algumas vezes e espere ela se sentar), mas isso demora um bom tempo.
Outro grande problema é a presença de bugs bizarros no game.

Que tal se você está fugindo e de repente vai ver algo na parede. Milagrosamente você atravessa vagarosamente seu perseguidor como se ele não existisse, vê o objeto e só volta para a perseguição. Estranho não? Mas não é só isso. Às vezes o seu retrato (que mede sua vida) passa para cores estranhas, ou você misteriosamente perde quase toda sua vida do nada! Pode?

Resumindo Clock Tower é um excelente game de terror, se levar em conta as limitações do console onde foi originalmente feito (as versões para PSX e Wonder Swan Color praticamente não receberam melhorias).
Então, feche a porta, apague as luzes!




Créditos Review: KCLAUBER

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Secret of Mana

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Gênero: Rpg
Ano: 1993
Fabricante: Square
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Simplesmente um clássico....
Podemos assim definir, esse grande jogo da Square Soft, considerado por muitos, o melhor jogo da série Mana.

Conhecido também como Seiken Densetsu 2, Secret of Mana veio em meados do ano 1993 (USA 03/10/1993 e Japão 06/08/1993), épocas que grandes jogos de ação/aventura como Kirby's Adventure, Alien 3, dentre outros, (a concorrência, era forte com Shinobi III...). O mundo do RPG, não era tão explorado....... eu disse, NÃO ERA.....

"Usando o poder de Mana, uma civilização cresceu forte... Com o tempo, foi usada para criar a arma definitiva:A Mana Fortress.Isso provocou a ira dos deuses,eles mandaram suas feras para destruir a fortaleza...Uma luta violenta tremeu o mundo e Mana parece ter desaparecido.Antes que tudo fosse perdido, um herói destroiu a fortaleza...Apesar da civilização ter sido destruida.O mundo estava em paz de novo.Mas o tempo flui como um rio...E a história se repete...

É com esse trecho, que nos deparamos na introdução do jogo, uma história não muito longa, nem muito complexa, mas que prendia (e ainda prente!!) qualquer jogador, que se aventura dentro do fantástico mundo Mana. Os nossos herois, Randi, Purim e Popoie (sim.... eles não tem nome default, mas pegando por base o que o manual japonês nos transmite....).

História

A história (sem spoiler!!), resume em: Reunir seu trio, evoluir suas habilidades e salvar o mundo de mana, com a ajuda dos 8 espíritos de Mana, que controlam o fluxo do poder de Mana. Um ar infântil, gráficos belos, e jogabilidade ótima, Secret of Mana oferece boas horas de diversão.

Sistema de jogo, e batalhas.

Seguindo um sistema de action-rpg, dando ao jogador um livre controle, podendo enfrentar ou mesmo correr dos monstros, juntando com a evolução da habilidade das armas, mais combos e passando por invocações de elementos e ao uso de mágias (Cada um pode usar 21 magias 3 magias por espirito, 6 espiritos que ambos usam e 1 exclusivo de cada, lembrando que o Randi não usa) Secret of Mana tem um sistema de batalhas inovador e chamativo para sua época. Podendo trocar de personagem a qualquer momento do jogo apertando Select.Lembrando que é possivel jogar com 2 e até 3 jogadores, cada um controle um heroi .

Gráficos e Trilha Sonora

Square é fera, os gráficos, são uma obra de arte até hoje, muito bem desenhado, e ótimas cores, que realçava ainda mais os traços do jogo desde seus ataques normais, especiais e magias, juntando com a trilha sonora que dificilmente enjoava, e para cada momento uma trilha diferente, Secret of Mana não deixou a desejar.

Finalizando

Dificilmente encontrar um sujeito-rpg, que não jogou esse clássico, se ainda não jogou não perca tempo, e se já, vale a pena joga-lo novamente.




Créditos Review: seatle_94

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Emuladores e Rom Hacks

Emuladores... Ah! O que seriamos sem eles?

Os Emuladores

O primeiro emulador foi criado em 1964 por Larry Moss, na época funcionário da IBM, consistindo em um Software que fazia com que os programas criados para o 7070 mainframe rodassem na mais nova linha de computadores da IBM, os System/360.

O emulador foi um sucesso e ajudou bastante o System/360 a se tornar um best-seller na década de 1970.

Mas isto não era o suficiente!
... pelo menos para nós

Em uma época não determinada, os emuladores de vídeo games começaram a ser criados..
A popularização dos emuladores veio junto com a Internet e os emuladores de vídeo games. As imagens extraídas de cartuchos de vídeo games são chamadas de ROMs e aliadas à programação em baixo nível de jogos para sistemas antigos tornou fácil a possibilidade de criação de emuladores de sistemas como o Chip-8 e depois de vídeo games mais populares como o Atari 2600 e NES.
Apesar de um emulador nem sempre ser a coisa mais fácil de configurar, com pouco conhecimento hoje já é possível rodar um jogo de Playstation em um PC através de um emulador sem muitos problemas, muitas vezes até com qualidade superior ao próprio vídeo game, já que podem-se aplicar efeitos como anti-aliasing que o vídeo game não possui e rodar os jogos em resoluções muito mais altas que o original.

Opa, peraí. Mais altas que o próprio vídeo game??

O PC É UM CONSOLE GERAÇÃO 1/2/3/4/5/6/7 !!!1!

MAS, o nosso computador de hoje é muito mais barato por causa dos recursos tecnológicos.. mas, e antigamente??

As Rom Hacks

'Rom Hacks' não são nada mais nada menos que jogos modificados por fãs
Essas belezas foram criadas apartir de um gênio (AK: FuSoYa), que criou o

LUNAR MAGIC
Criado no ano de 2000, era um programa que permitia editar o jogo da franquia Mario mais conhecido, Super Mario World (ou simplesmente SMW) a partir de roms normais do jogo.

O software permite a criação de novas fases, modificá-las, criar blocos, sprites, backgrounds, músicas e mapas.
Tudo começou quando a Lunarian Concepts foi fundada. FuSoYa passou a desenvolver o programa em fevereiro de 2000, é o primeiro e único programa destinado à editar diretamente o jogo Super Mario World. Ele lançou o programa no mês de setembro de 2000. Ele lançou o seu segundo hack, chamado Super Demo World: The Legend Continues, em setembro de 2003 e, alguns dias depois, foi lançada a versão 1.63 do Lunar Magic. No dia 17 de abril de 2010, FuSoYa atualizou o Lunar Magic para a versão 1.71. A nova versão possui diversas melhorias (Como adições de novos solts de gráficos e espaços de uso) e correções de bugs que tinham na versão 1.70 lançado no dia 1 de abril de 2010.

Lunar Magic ficou conhecido no Brasil por volta de 2005, quando o SMW Central foi criado, um site em que é possível baixar o Lunar Magic e outros programas que auxiliam para fazer um bom Super Mario World. Também foi criada uma comunidade chamada Lunar Magic Brasil (LMB) no Orkut, no qual é muito conhecida por ser a porta de acesso para novatos brasileiros.

CURIOSIDADES ALHEIAS
Devido ser ilegal a prática de ROM hacking e porte de ROM sem o formato original (cartucho), FuSoYa fez o Lunar IPS, que serve para distribuição de hacks em arquivos IPS, para não burlar as leis que impõem sobre as ROMs. Além disso, o antigo programa de IPS (Snes Tool) possui muitos bugs que foram corrigidos com o Lunar IPS, além de ser mais prático.
Além disso, o antigo programa de IPS (Snes Tool) possui muitos bugs que foram corrigidos com o Lunar IPS, além de ser mais prático. Hoje o Lunar IPS é usado no mundo inteiro para escapar das leis, o que fez que o programa se torna-se um sucesso, não só para hacks de Super Mario World, mais para vários outros tipos de ROMs, não só de SNES, mais também ROMs de NES e de Mega Drive, por exemplo.

Casamento?
Brad Smith utilizou o Lunar Magic para pedir sua namorada Lisa em casamento. Brad inseriu os dizeres "Lisa... will you marry me?" (Lisa... Quer casar comigo?) no jogo, e chamou a sua namorada para jogar Mario, secretamente gravando sua reação. Ao ver a mensagem, a moça aceitou o pedido. O caso foi noticiado em vários portais de notícias pela internet.


Obviamente, depois disso outros editores começaram a ser criados, e então Smile (editor de super metroid) nasceu.

CRIADO POR JATHYS!

As rom hacks de Super Metroid só começaram a ficar famosas após a obra prima do próprio D
rewseph:
SUPER METROID REDESIGN
E então, muitas outras hacks começaram a surgir de diversas pessoas do mundo inteiro, a segunda mais famosa, no momento, é a Eris.


Créditos da matéria: Gers

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Captain Commando

Gênero: Ação
Ano: 1991
Fabricante: Capcom

História:
É ano de 2026, o mundo é tomado pelo crime Captain Commando e seus 3 companheiros (Mack the Knife/Jennety, Baby Head/Hoover e Ginzu/Sho) se levantam para apagar o crime da Terra e da própria galaxia, O unico porêm é: os criminosos futuristicos são melhorados genéticamente e possuem poderes que um humano mortal nunca teria, e o responsavel por isso é Scumocide/Genocide.

Jogabilidade:
O jogador pode escolher entre um dos 4 Commandos, onde se aventuram por vários estágios até chegarem ao planeta Callisto (não é Calypso não povo!). Nesse jogo é possivel um Co-Op de 4 pessoas, onde foi inovador o sistema de Dash + Ataques, e variações apertando para frente ou para traz, você pode usar de armas brancas, a armas de fogos e robôs pra descer o pau naquele gordinho que tá de dando o cacete.
NOTA: (Pela inovação dos comandos, e pelo co-op de 4 pessoas,e a grande variedade de pick-ups...)

Audio:
Para um jogo de época, as musicas eram bem legais, pelo menos te incitavam a dar mais porrada, que é o ponto do jogo.

Fases:
Nesse quesito esse jogo perde feio de Ghouls n' Ghosts pq esse jogo tem muitas fases,porêm curtas, tem na casa de umas 12 fases pra mais.

Gráficos:
São expecionais, cada efeito dos poderes dos hérois, os chefes, os estágios, esse jogo dá um show!

Conclusão:
Um dos melhores pancadarias que tem, muitos dizem que é um Streets of Rage III com Ninja e Robôs aliás, o criador de Final Fight trablhou nesse jogo... Must-play para os mais viciados em side scroll!




Créditos Review: DevilboyBR

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Super Ghouls 'n Ghost

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Gênero: Ação
Ano: 1991
Fabricante: Capcom
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Historia:
A historia é bem simples,você assume o papel do cavaleiro Arthur,que tem que salva a princesa dos fantasmas e demônios,e do vilão principal do jogo,Sardius(Na versão japonesa ‘Samael’).Sardius raptou a princesa para tentar obter o ‘ Goddess' Bracelet’ única arma que pode derrota-lo,e Arthur vai fazer de tudo pra isso não acontecer e durante a jornada vai correr,pular,enfrentar demônios,fantasmas e outras criaturas horripilantes,você poderá encontrar um arsenal incrível,como escudos,armaduras e varias armas que vai te deixar quase invisível .

Jogabilidade:
A jogabilidade é absurda de boa,os controles respondem com precisão e muita agilidade,em cada especial,pulo ou pulo duplo que você da.Mas no começo não vai ser tão fácil e até pegar habilidade você vai apanhar um pouco e cada vez que morrer vai falar que os controles são ruins.

Dificuldade:
Se você vai jogar pela primeira vez a dificuldade é elevada, ,começando o jogo no normal você já tem a impressão de estar no hard,pela quantidade de inimigos que aparecem e surge um atrás do outro,mas nada que alguns minutos(Ou horas) e continues não resolva.A dificuldade também está presente mesmo quando não tem nenhum inimigo por perto,pular de uma plataforma para outra pode ser a coisa mais difícil do mundo em Ghouls 'n Ghosts(Passei muita raiva por isso),mesmo com o ‘Double Jump’ não é simplesmente pular,tem que calcular e saber a hora certa de dar o segundo pulo pois se pular na hora errada,ou cai antes ou acaba passando plataforma que você quer alcançar,outra coisa é que se você encostar em algum inimigo,mesmo estando com uma armadura boa ou a melhor(no caso a dourada) você perde todos os poderes e fica só de cueca e mais um dano que receber,já era.Ruim também é que mesmo estando quase chegando no boss da fase,se morrer terá de retornar ao inicio da fase e isso o torna um pouco mais complicado.

Gráficos:
Os gráficos são muito bons,cheios de cores e detalhes,cumpre seu papel.

Som:
Perfeito!Músicas são ótimas e combinam muito com o jogo,alguns temas são sombrios chegando a dar um arrepiozinho ou frio na espinha.

Replay:
Terminando uma vez,voce vai querer terminar outra e com certeza vai tentar em outra dificuldade e com isso,torna-se quase infinito.




Créditos Review: nuggets

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sábado, 14 de agosto de 2010

Super Metroid Eris

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Gênero: Ação
Ano: 2009
Fabricante: Nintendo
Hacked: Digital Mantra
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Para os fãs de Super Metroid esta pode ser um oportunidade de se aventurar com a Samus em um novo mundo de desafios.


Com novos caminho para explorar,mas com apenas um que te leva adiante.Este hack leva o jogador a um leque de possibilidades de caminhos a seguir levando-o a se perguntar: “Onde vou agora?,Eu não olhei ali ainda?,Estou perdido?Exploração é a palavra chave neste jogo,com obstáculos formidáveis inimigos mais “durões” exigirá do jogador habilidade e coleta de itens maiores para tentar garantir a sobrevivência da Samus.

O jogo conta com gráficos bem feitos e coloridos,mantendo o clima misterioso e sombrio.Tem uma grande riqueza de detalhes do personagem e dos cenários.

A trilha sonora combina de forma excepcional nas mais variadas situações do jogo.

Este hack é um prato cheio para os amantes de Super Metroid chegando a bater de frente com a mais famosa romhack já feita que foi o Redesign.



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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Biker Mice From Mars

 Gênero: Corrida
Ano: 1994 
Fabricante: Konami

Biker Mice from Mars é um dos jogos que seguem a linha de Rock 'N Roll Racing. Nem todos conseguem ser bem sucedidos em misturar combate com corrida, mas este título se saiu muito bem. O game é baseado em um desenho animado antigo que fez sucesso na época: Esquadrão Marte. Nesse desenho, um trio de ratos motoqueiros lutam para proteger a população do alienígena Limburger, que quer dominar a Terra começando por Chicago. O jogo parte do pressuposto que o jogador conhece a história e não a explica muito bem. Basicamente você parte direto para as corridas, que são divididas em rodadas. Só achei meio absurdo eles colocarem a vendedora como se fosse uma amiga de todos. Ver ela desejando boa sorte para os vilões (os quais ela odeia, na verdade) é lamentável.


Primeiramente, o game conta com três modos de jogo: Practice, Battle e Tournament. No Practice, como o próprio nome diz, o jogador treina e se habitua com a jogabilidade. No Battle seu veículo está no máximo no shot e os carros não voltam se forem destruídos. Se o seu carro explodir, você perde não só a corrida, mas também o campeonato (Game Over para você, amigão). Claro que você pode pegar continue, mas ele vai te levar sempre para a primeira corrida da rodada. Esse modo é bem rápido, já que o número de corridas é menor do que no Tournament. Neste, por sua vez, o jogador começa sem nenhum upgrade e joga todas as pistas existentes no jogo. Aqui o game tenta exigir o máximo do jogador: você só jogará a última rodada se correr no hard (ou no super hard, usando o macete). De qualquer forma, mesmo terminando no normal, o jogador verá o final do seu personagem, ainda que rapidamente.

Essa divisão é o primeiro ponto negativo que posso apontar. Infelizmente, como podemos ver, os modos são parecidos entre si. Em resumo, o Battle é simplesmente um Tournament menor. Da mesma forma o jogador deve se preocupar em terminar entre os três melhores e juntar grana para os upgrades. O sistema de pontos e dinheiro é igual, não há nem um bônus caso você elimine um corredor no modo Battle. Sendo assim, a forma de jogar um ou outro praticamente não muda.

Você tem a sua disposição todos os principais personagens do desenho da TV, e é aqui que aponto o segundo problema do jogo: o equilíbrio entre os corredores. Alguns deles são muito bons, ao passo que outros são muito ruins. Ironicamente, os vilões são mais rápidos do que os próprios ratos motoqueiros! No modo hard é complicado jogar com um personagem que não seja Grease Pit ou Limburger, pois você precisará de velocidade. Isso tem relação direta com a jogabilidade e acaba comprometendo o multiplayer, pois a escolha do corredor pode vencer a corrida, deixando a habilidade dos jogadores em segundo plano.

Os gráficos agradam, embora o visual dos cenários mude pouco. Em todas as rodadas, o jogador disputará nos mesmos cinco cenários, sendo modificados em suas rotas, obstáculos e dificuldade, que vai aumentando a cada round, além disso, houve preocupação em mostrar o formato da pista antes da corrida. Já a imagem dos corredores também foi bem feita, principalmente na tela de seleção, lembrando bem o desenho.

Em relação aos sons, achei que foram bem trabalhados. O jogador escuta som o tempo todo durante a corrida, há presença até de vozes desde a tela inicial. As músicas foram bem feitas também e seguem o esquema do desenho, portanto, prepare-se para escutar muito rock. O problema é que elas mudam apenas conforme o cenário, sendo assim, não há muita variedade, já que são apenas 5 cenários diferentes. Pelo menos o solo de guitarra na tela inicial e na apresentação das rodadas é bem legal.

Enfim, o jogo poderia ser melhor? Certamente. Mas isso não quer dizer que não valha a pena ser jogado, principalmente se você é fã de jogos desse estilo. Biker Mice é um ótimo game e pode ser considerado um clássico de Super Nintendo.




Créditos Review: Thanos

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